domingo, maio 22, 2022

Quando não sei…

Ontem, na CNN, ao ser-me colocada uma questão à qual não sabia responder, disse: “Não sei”. Senti-me bem.

5 comentários:

  1. Sr. Embaixador. Como eu o compreendo. Há sempre, coisas de que não se sabe. Não se pode saber tudo de tudo. A ignorância deve ser assumida com natural humildade. Mas quero testemunhar que o FSC, sabe de quase tudo. Deus lhe conserve essa magnifica cabeça.

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  2. Parabens pela sabedoria da resposta que está correcta. Quem não sabe fica de fora e não dá palpite.
    Estamos fartos de ser assediados, via televisão, por récuas e varas de especialistas "em COVID".
    Les são professores, doutores, médicos em todas as suas variantes do mais superlativo desconhecimento, para não chamar outra coisa, sem esquecer matemáticos, quiromantes e adivinhos sem esquecer o virulogista militante, mas veterinário de ofício a dar palpites sobre a dita peste (0 inefável dr Simas), mais as directivas da DGS e do nosso (des)governo a emitir decretos , mandados e decisões. Gloriosamente a "covid" segue o seu caminho, mais ou menos idêntico a todas as outras pestes que há milénios nos vem assolando a única diferença palpável é que há mais informação e vai daí mais confusão. Mais valia que os próceres que emitem opiniões e fabricam leis se remetessem a um humilde "NÃO SEI".
    Ficava-lhes muito melhor e acertavam bem mais, se lessem a história das pandemias que têm assolado a humanidade

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  3. Excelente comentário, aguerreiro.
    Estou convencido que, se não tivéssemos feito absolutamente nada em relação à epidemia de covid, no final dela o número total de mortos teria sido grosso modo o mesmo que foi - e, aliás, grosso modo o mesmo que teria sido sem epidemia. Nem a epidemia provocou um excesso da mortalidade total, nem as medidas tomadas contra ela alteraram de qualquer forma a mortalidade total.

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  4. Pois, senhor embaixador aquele canal fica um pouco mais visível e audível com os comentários de Vª EXº (aqui apetece-me dizer assim); mas não sei se ao senhor lhe fica bem partilhar tal canal com muitos dos outros frequentadores que lá vão dizer recados. É que aquele canal, às vezes, não cheira lá muito bem...
    MB

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  5. O seu “não sei” revela que o Embaixador tem a suprema inteligência de reconhecer que os seus pensamentos ou opiniões não são melhores do que as dos outros e a e capacidade intelectual de dizer, em algumas situações, de que “não sabe tudo”.
    Já o conhecido paradoxo socrático derivado da narrativa de Platão sobre o filósofo Sócrates afirmava a popular frase “só sei que nada sei ou sei uma coisa: que eu nada sei”.
    Infelizmente, ao contrário de muitos dos habituais comentadores do seu blog que dissertam e têm certezas absolutas sobre tudo.
    Cordiais saudações

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