O que Lula disse sobre a Ucrânia provocou reações negativas na Europa, onde o tema é hoje considerado quase matéria de fé estratégica. E no Brasil? Terão essas declarações algum efeito nefasto na popularidade do agora já candidato? É que, se assim não for, os EUA e os europeus devem pensar na razão de as coisas se passarem assim por lá.
Se fosse só pelo Brasil que as coisas são vistas fora do prisma patológico da propaganda ocidental... Leia por exemplo este seu insuspeito colega indiano: https://www.indianpunchline.com/ Boas leituras e um bom domingo.
ResponderEliminarNada, impacto nenhum. E no resto do mundo? É olhar para o globo. Alguém já se deu ao trabalho de ler, por exemplo, um jornal da Nigéria? Ou do Peru? Ou do Vietnam? A Europa é uma pequena ilha que olha com total indiferença para o resto do mundo. E eles noticiam nas páginas internacionais que lá na Europa há uma guerra. E vez em quando um artigo sobre os efeitos económicos ou sobre oportunidades de negócio para o gás ou petróleo desses paises.
ResponderEliminar«É que, se assim não for, os EUA e os europeus devem pensar na razão de as coisas se passarem assim por lá.»
ResponderEliminarJá o poderiam ter feito em relação a Bolsonaro, ou não?
Parafraseando Karl Marx, o anti-americanismo é o socialismo dos ressentidos. Compreende-se, no continente americano foram os EUA que fizeram a mais das vezes de URSS (passe embora o facto de que reservaram a intervenção direta para outras longitudes).
ResponderEliminarComo alguém disse, 'Lula pode dizer a besteira que quiser, mas está exagerando'...