domingo, abril 09, 2023

Pelo ar

Se a comissão que está encarregada do "novo" aeroporto vier a pedir um prolongamento do prazo que lhe foi dado para análise das propostas ficará claro, em definitivo, que não haverá nunca um aeroporto. É com este tipo de procedimentos dilatórios que as coisas, por cá, nunca se fazem.

7 comentários:

  1. manuel campos18:40


    Sei por experiencia própria que resolver os problemas em tempo útil pode levar a duas situações: ficar vagamente "desempregado" porque para o que se segue são precisos outros tipos de pessoas ou atirarem-nos logo para cima com outro quebra-cabeças quando achamos que merecíamos uns tempinhos calmos de intervalo.

    Por isso muitas vezes me ponho a pensar se não me terei "precipitado" a resolver alguns problemas, foi-me acontecendo durante anos e sucessivamente a 2ª alternativa até que um dia fui apanhado pela 1ª e tive que mudar de vida, aquilo não era para mim.
    Ora isto não é um plano de vida simpático para muita gente, reconheço.

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  3. Anónimo20:38

    O aeroporto de Sta engracia. Seis patrões não se tivessem metido onde não deviam ,teríamos um magnífico aeroporto na Ota, que era e é ameliorate opção. A não construção do aeroporto, que teve a oposição de tantas forças, é a maior estupidez do pós 25 de Abril e a maior parte das actuais propostas são ridículas. Houve um fortíssimo movimento contra a Ota por ser longe. Agora falam de Sá ntaren e Monte Real! Mais vale Madrid
    Fernando Neves

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  4. Anónimo21:07

    Tem toda a razão. Isto é inadmissível, inaceitável, indigno e tudo o que se possa dizer neste sentido…somos um país eternamente adiado. Fatalidade ou má sorte?

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  5. Estudos demasiado prolongados e pormenorizados,
    resultam em relação ao sistema interventor, em levar ao 'sindroma de paralisia por análise' (Desenvolvimento comunitário, Un Aberta)
    Sem os traumas do PREC, o NAER de Lisboa, teria sido construído até final dos anos 70/XX.
    Sem os receios pela contestação dos verdes, da dupla Cravinho e Elisa, com Guterres, teria sido iniciado no Rio Frio, conforme opinião então da ANA, solução do final do Estado Novo.
    A paródia da Ota, a pedir aos altos dirigentes políticos do governo, um par de orelhas de burro para cada um.
    PS: no mundo da "economia península", talvez acabar por desistir do projeto,
    como 'praia de Madrid', destino Barajas.

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  6. Francisco de Sousa Rodrigues10:12

    Por cá, reflete-se muito, mas flete-se pouco, como diz um Professor que tive na Faculdade.

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