Se a comissão que está encarregada do "novo" aeroporto vier a pedir um prolongamento do prazo que lhe foi dado para análise das propostas ficará claro, em definitivo, que não haverá nunca um aeroporto. É com este tipo de procedimentos dilatórios que as coisas, por cá, nunca se fazem.
ResponderEliminarSei por experiencia própria que resolver os problemas em tempo útil pode levar a duas situações: ficar vagamente "desempregado" porque para o que se segue são precisos outros tipos de pessoas ou atirarem-nos logo para cima com outro quebra-cabeças quando achamos que merecíamos uns tempinhos calmos de intervalo.
Por isso muitas vezes me ponho a pensar se não me terei "precipitado" a resolver alguns problemas, foi-me acontecendo durante anos e sucessivamente a 2ª alternativa até que um dia fui apanhado pela 1ª e tive que mudar de vida, aquilo não era para mim.
Ora isto não é um plano de vida simpático para muita gente, reconheço.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarO aeroporto de Sta engracia. Seis patrões não se tivessem metido onde não deviam ,teríamos um magnífico aeroporto na Ota, que era e é ameliorate opção. A não construção do aeroporto, que teve a oposição de tantas forças, é a maior estupidez do pós 25 de Abril e a maior parte das actuais propostas são ridículas. Houve um fortíssimo movimento contra a Ota por ser longe. Agora falam de Sá ntaren e Monte Real! Mais vale Madrid
ResponderEliminarFernando Neves
Tem toda a razão. Isto é inadmissível, inaceitável, indigno e tudo o que se possa dizer neste sentido…somos um país eternamente adiado. Fatalidade ou má sorte?
ResponderEliminarEstudos demasiado prolongados e pormenorizados,
ResponderEliminarresultam em relação ao sistema interventor, em levar ao 'sindroma de paralisia por análise' (Desenvolvimento comunitário, Un Aberta)
Sem os traumas do PREC, o NAER de Lisboa, teria sido construído até final dos anos 70/XX.
Sem os receios pela contestação dos verdes, da dupla Cravinho e Elisa, com Guterres, teria sido iniciado no Rio Frio, conforme opinião então da ANA, solução do final do Estado Novo.
A paródia da Ota, a pedir aos altos dirigentes políticos do governo, um par de orelhas de burro para cada um.
PS: no mundo da "economia península", talvez acabar por desistir do projeto,
como 'praia de Madrid', destino Barajas.
Sem comentários...
ResponderEliminarPor cá, reflete-se muito, mas flete-se pouco, como diz um Professor que tive na Faculdade.
ResponderEliminar