É muito revelador que alguns, em lugar de se solidarizarem com as autoridades do Estado perante o espetáculo, democraticamente degradante, de partidos políticos terem destratado um convidado estrangeiro, logo "mudem de conversa" para criticar os comportamentos dessas autoridades.
Tem razão!
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ResponderEliminarO Sérgio Nunes tem razão: como dizia o outro, não há má publicidade e, sempre que se fala deles, mesmo para criticar, está a fazer-se-lhes publicidade. Eles agradecem! Também me esforço para não comentar sobre este tipo de assuntos pois acho que a atitude correta é ignorá-los. Todos os que os criticam estão a fazer o jogo deles.
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ResponderEliminarSérgio Nunes
Dou-lhe toda a razão.
Por isso tenho também evitado elaborar sobre o assunto, nada é a preto e branco como ontem aqui insinuei com um "Sim e não" seguido de frases inspiradoras do Dupond (o de bigode direito) e Dupont (o de bigode retorcido), que não eram irmãos e portanto muito menos gémeos.
Tenho aqui falado muitas vezes das gerações dos meus filhos (around the 50's) e da geração dos meus netos (around the 20's).
Esta minha geração que viveu intensamente o antes, o durante e o depois do 25A e ainda vive agarrada a tudo o que aquilo foi, significou e significa (não vou repetir a "minha história") não faz a mínima ideia do mal que está a fazer à democracia ao agarrar-se a um passado que pouco ou nada diz às gerações para quem tudo foi sempre "o presente", a 25A o meu filho mais velho tinha 3 anos, o outro a seguir 2 anos, o seguinte já nasceu no PREC, imagine-se os meus netos, todos nascidos no século XXI.
Claro que todos conhecem as histórias do passado, desde o trisavô (meu Avô) que morreu na miséria por não ter assinado um determinado papel nos anos 30 até ao bisavô (meu Pai) que de vez em quando era "instado" a prestar declarações por ter uns amigos menos "aconselháveis" mas são histórias da família como outras o são, não as viveram nem filhos nem netos.
É hoje, amanhã e depois que as gerações mais novas têm problemas bem graves para resolver, é aí que as energias deviam ser todas gastas, enche-se a boca com "as gerações mais bem preparadas de sempre" e depois são tratadas como vagamente atrasadinhos.
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ResponderEliminarÉ verdade que os deputados do Chega se portaram mal. Mas o Santos Silva foi vítima da sua vaidade. Excitado e inebriado pela sua intervenção, resolveu dar largas a alguma má-língua para descomprimir. Teve azar. É a vida!
ResponderEliminarSérgio Nunes
ResponderEliminarNão é difícil de explicar. O PS tem todo o interesse em dar relevância ao Chega, porque o eventual crescimento eleitoral do Chega é benéfico para o PS, uma vez que retira espaço ao PSD para ele constituir uma alternativa governativa. Por isso o PS, conjuntamente com os seus compagnons de route como o Francisco, fazem tudo para debater, e fingirem-se muito escandalizados com, a atuação do Chega.
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