A minha amiga Manuela Júdice, uma mulher "dos sete instrumentos" que, entre montes de outras coisas que fez e faz (bem) na sua vida, organizou, magistralmente, por Portugal, a Temporada cultural cruzada Portugal-França 2022, foi ontem justamente condecorada pelo Estado francês, numa cerimónia que teve lugar na respetiva embaixada em Lisboa, ao final da tarde.
Tive o gosto de ser convidado, já há semanas, para essa cerimónia, por indicação da Manuela. E tive agora o desgosto de constatar que, inadvertidamente, faltei ao evento, porque, por uma qualquer razão, ele sumiu da minha agenda eletrónica. Estou mesmo a pensar regressar ao confiável Moleskine.
E agora, Manuela? Os meus sinceros parabéns e as minhas imensas desculpas. Sei que vais acabar por me perdoar...
(Aqui fica uma fotografia da Manuela Júdice que tirei no Alvor, em dia de céu chamuscado).

ResponderEliminarPois por aqui só há Moleskine, nem nunca houve isso da "agenda electrónica".
Como já disse a propósito de outras coisas tenho a "formação académica e a experiencia profissional adequadas" para não confiar excessivamente em "electroniquices".
Até toda a informação suficientemente importante que está guardada nos PCs e não convém perder se o PC passar um mau bocado (não é muita e é bom que não seja), foi passada para PENs em duplicado, pois mesmo assim já várias PENs ao longo dos anos "pifaram" com tudo o que lá estava dentro, vou mesmo de vez em quando verificando se continuam operacionais.
E de preferencia as de 32 GB às de 64 GB ou 128 GB, mais vale gastar mais uns tostões e "perder" menos tralha de cada vez em caso de catátrofe.
O meu problema é que sou das "ciencias exactas" e quem é das ciencias exactas desconfia por principio da eterna bondade das mesmas, fôsse eu de "humanidades" e acharia tudo lindo.
"problema é que sou das "ciencias exactas" "
ResponderEliminarDiscordo. A questão não é ser das ciências exactas, mas sim de ser mais ou menos prudente.
Posso ter tudo apontado em papéis e arderem ou molharem-se. No tempo da escrita em placas de argila, a coisa era idêntica.
A prudência implica ter duplicados, guardar na nuvem. Hoje com os aparelhos electrónicos poupa-se imenso e tem-se muita informação no bolso e muito segura. Claro, se levar dinheiro na carteira posso ser assaltado e até assassinado. Com a informação acontece o mesmo que com a vida. Agir com prudência e mesmo assim pode sempre perder-se.
Zeca
ResponderEliminarCaro Zeca
Esta do "problema é que sou das "ciencias exactas" é uma brincadeira antiga minha por aqui e tem um "destino" bem preciso.
Tomei nota da sua discordância, até porque concordo com o que diz (tenho ali umas boas dúvidas no "muita informação no bolso e muito segura", mas isso é outra história).
Irei no enatnto continuar com a minha "brincadeira" sempre que me fôr dada a oportunidade, já será a 4ª ou 5ª vez que aqui enfio a "gracinha", a propósito ou até mesmo a despropósito.
Nota- Um grande amigo meu tinha um livro de 400 páginas quase pronto guardado na "nuvem paga", não se sabe bem o que aconteceu, tendo lá muitíssima coisa não se apercebeu que aquilo (e não só) tinha desaparecido, entretanto passou o período em que era possível reverter a situação, perdeu muita coisa inútil mas também perdeu o livro todo, nunca mais foi o mesmo até porque com 80 anos não o vai recomeçar.
Remeto assim os leitores de novo para o último parágrafo do meu comentário acima.