segunda-feira, março 18, 2024

Ainda Caminha


Foi um par de horas de conversa, na tarde de sábado, na Biblioteca Municipal de Caminha, tendo como anfitriã a vereadora da Educação, dra. Liliana de Sousa Ribeiro. Numa ação integrada num conjunto de iniciativas similares, com convidados muito diversos, sempre à volta de um livro, o pretexto, desta vez, foi o meu "Antes que me esqueça". Porém, rapidamente "acabámos" na Ucrânia, nas angústias da NATO, na América de Trump (e, por ora, de Biden), com a Rússia do "candidato" Putin à mistura e a Europa de muitos pelo meio. Perguntas da assistência, em dia de sala cheia, completaram o ciclo de interrogações colocadas pelo professor António Fontaínhas Fernandes, antigo reitor da UTAD, que hoje ajuda a estimular a Cultura caminhense, num esforço benévolo em que se junta a muita gente, como o meu amigo Manuel Sobrinho Simões, que por ali também tive o gosto de encontrar, com o seu eterno sorriso. Gostei da experiência.

6 comentários:

  1. A iniciativa “𝗨𝗺 𝗹𝗶𝘃𝗿𝗼, 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘃𝗲𝗿𝘀𝗮 𝗲 às 𝘃𝗲𝘇𝗲𝘀 𝘂𝗺 𝗳𝗶𝗹𝗺𝗲”. Interessante.

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  2. manuel campos18:11


    Já não vejo o “Antes que me esqueça” nas lojas da especialidade.

    Entre as duas semanas longe desta maluquice toda e as duas semanas a caminhar (melhor, a rodar) para alguns compromissos inadiáveis, há mais de um mês que não ía à Baixa.
    Como tive hoje aqui um intervalo, que não sei quando se repete, lá fui.

    Para já, assim muito por alto, tenho ali uma pilha de livros novos para ler que, a olho, ultrapassa no seu conjunto as 4000 páginas, investimento que só fiz porque aqui há uns tempos um médico que leu o relatório do meu ecocardiograma de há ano e meio me garantiu que eu ia aguentar nas calmas até aos 150 anos.

    Devo dizer que as editoras do grupo “Penguin Random House Grupo Editorial”, das quais destaco a “Alfaguara”, estão neste momento a tornar-se um caso muito sério no nosso país na edição de novos títulos e na recuperação de clássicos, são edições muito cuidadas a preços muito aceitáveis.

    Uma Baixa muito vazia a que já cheguei depois de almoço, mas onde se passeiam os turistas de sempre, todos vestidos da mesma maneira e que nem as esplanadas realmente usam, quanto mais os restaurantes (vi dois recentes já fechados e não é “para descanso do pessoal”).
    Continuo assim, com o meu habitual atavio, a ser objecto de grande interesse por parte de condutores de tuk-tuk e empregados da restauração postados em esquinas estratégicas, a quem respondo delicadamente “No, thank you”.

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  3. manuel campos18:13


    Já não vejo o “Antes que me esqueça” nas lojas da especialidade.
    Entre as duas semanas longe desta maluquice toda e as duas semanas a caminhar (melhor, a rodar) para alguns compromissos inadiáveis, há muito que não ía à Baixa.
    Como tive hoje aqui um intervalo, que não sei quando se repete, lá fui.
    Para já, assim muito por alto, tenho ali uma pilha de livros novos para ler que, a olho, ultrapassa no seu conjunto as 4000 páginas, investimento que só fiz porque aqui há uns tempos um médico que leu o relatório do meu ecocardiograma de há ano e meio me afirmou que eu ia aguentar nas calmas até aos 150 anos.

    Devo dizer que as editoras do grupo “Penguin Random House Grupo Editorial”, do qual destaco a “Alfaguara”, estão neste momento a tornar-se um caso muito sério no nosso país na edição de novos títulos e na recuperação de clássicos, são edições muito cuidadas a preços muito aceitáveis.

    Uma Baixa muito vazia a que já cheguei depois de almoço, mas onde se passeiam os turistas de sempre, todos vestidos da mesma maneira e que nem as esplanadas realmente usam, quanto mais os restaurantes (vi dois recentes já fechados e não é “para descanso do pessoal”).
    Continuo assim, com o meu habitual atavio, a ser objecto de grande interesse por parte de condutores de tuk-tuk e empregados da restauração postados em esquinas estratégicas, a quem respondo delicadamente “No, thank you”.

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  4. manuel campos22:03


    Uma boa notícia para quem vai à Baixa, direitinho à FNAC e já nem olha para os lados naquelas ruas cheias de pseudo-lojas com pseudo-clientes:

    "A Vida Portuguesa vai conseguir ficar no Chiado, ocupando a antiga livraria Ferin" (Público).

    Um espaço magnífico que vai muito para além de quem só conhece ali aquele
    interior que se vê da porta.

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  5. manuel campos22:48


    Peço perdão da duplicação mas apareceu uma informação divertida do tipo "Oops! Algo correu mal" que nunca tinha apanhado aqui.
    Para a próxima não ligo àquilo e, se não aparecer o texto, posto-o outra vez.
    Com sua licença, é claro.

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  6. Reconheço o meu Pai, de costas, na primeira fila (e que como é seu apanágio, teve de intervir).

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