Em Lisboa, há poucas livrarias que eu não conheça. Mas nunca tinha entrado na Livraria Martins, na avenida Guerra Junqueiro. Um espaço agradável, moderno, com boa seleção, que, na manhã de hoje, organizou um belo debate, sob o chapéu temático da liberdade, onde se falou, em especial, de livre circulação e da língua portuguesa nesse contexto.
Sob a moderação de Leonídio Paulo Ferreira, Simone Duarte e eu falámos desse mundo das pessoas que transitam entre espaços e culturas, perante um auditório cheio, atento e interventivo. Porque as conversas são como as cerejas, foi uma discussão algo "arbórea", como o meu pai costumava designar os momentos em que se começa a falar de uma coisa e dela se parte para outra, a qual, por sua vez, se ramifica por caminhos diversos. Gostei muito do exercício.
