domingo, março 31, 2024

Comissão de censura europeia

"Eu quero continuar a ler a TASS e ouvir as TVs russas. Nós somos maiores e vacinados, nós não somos crianças para ser tutelados por uma espécie de verdade única gerida pela UE", disse há pouco na CNN Portugal. Pode ver aqui

12 comentários:

  1. Anónimo01:34

    E disse bem.

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  2. O linque leva ao X, que não é a CNN (e no qual eu não posso entrar).
    Não nos pode dar o linque da CNN?

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  3. Concordo em absoluto. Eu não quero ler a TASS, mas quero ler a RT, como era meu costume antes de a maldita Ursula intervir. Faz parte da minha liberdade. A liberdade de informação.

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  4. Se o Francisco quer isso, então não deve votar no Partido Socialista nas próximas eleições europeias, pois ele foi (e continua a ser) conivente com essa supressão da liberdade de informação.

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  5. manuel campos15:33


    As "censuras prévias" sempre tiveram como consequência precisamente o contrário do pretendido por quem as impôs, a falta do contraditório levou a que deixasse de ter interesse e até passasse a ser considerado invariavelmente falso o que (nos) era imposto como verdade.

    Que isto interesse a determinados poderes instituídos é compreensível, ainda que não seja de todo aceitável em democracia.
    Que tanta gente que se diz esclarecida e defensora da liberdade de informação o ache bem é que é mais estranho, basta lê-los e ouvi-los para perceber que não são nem esclarecidos nem defensores de nenhuma liberdade de informação.
    Ou talvez não seja estranho.

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  6. manuel campos

    a falta do contraditório levou a que [...] passasse a ser considerado invariavelmente falso o que (nos) era imposto como verdade

    É o que se passa comigo em relação às notícias sobre a Ucrânia que leio no Economist. Passei a considerar aquilo tudo como falso.

    De facto, apercebi-me claramente disso quando, para aí em outubro de 2022, vi uma grande notícia no Economist de uma semana a dizer que a Ucrânia estava a pensar fazer a paz. Notícia que não tinha aparecido na semana anterior nem voltou a aparecer nas semanas seguintes. Apercebi-me claramente de que aquela notícia (chamemos-lhe assim) não passava de uma coisa lá plantada por alguém na administração americana com o objetivo de facilitar a eleição de Democratas nas eleições americanas de novembro seguinte.

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  7. João Cabral17:19

    Agora é aplicar isso aos vários "negacionismos" que por aí há...

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  8. Como Luís Lavoura, também quero ler o RT. Como lia antes! E já agora, como pensar em eleições com todos os partidos da oposição banidos.

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  9. Anónimo18:03

    O espaço UE está, estranhamente, a parecer-se com uma espécie de Big Brother em formação.
    a) P.Rufino

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  10. manuel campos19:07


    Luis Lavoura

    Eu não estou em nenhuma rede social mas aqui no PC consigo chegar àquela ligação (e a todas as outras do mesmo tipo), tanto é que comentei depois de a ouvir toda (tem 1'52'').

    Não sei se haverá dificuldades com os smartphones, como já disse tenho um Nokia 3310 que faz exactamente o que eu quero que ele faça e ninguém mo quer roubar (há tempos chegou-se um tipo ao pé de mim com ar suspeito, puxei do telemóvel, fez o ar incomodado de quem estava a perder tempo e foi-se embora).
    Claro que minha mulher, filhos, netos, tudo tem coisas mais ou menos sofisticadas, eu preocupo-me com isso quando acabar o 3G, o início da descontinuação está previsto para Julho p.f., lá terei que (contrariado) comprar outro.




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  11. Sr Embaixador, fico grato por dar voz publica a um sentir que me incomoda ha muito tempo. Acho intolerável que a Comissão Europeia tenha imposto este blackout noticioso em que só temos direito à verdade de Bruxelas e dos senhores da guerra.

    Não tenho quaisquer ilusões quanto à verdade de Moscovo mas a "verdade oficial" veiculada por Bruxelas em muitas matérias tem muito que se lhe diga.

    Isto para não falar nas sessões de "brainwashing" protagonizadas por "comentadores" oficiais nalgumas televisões onde nos é servida a verdade oficial sobre as grandes vitórias da Ucrânia e a queda iminente da Rússia.
    Em relação às famosas sanções que iriam pôr de joelhos a Rússia e desarticular a sua economia temos visto o resultado.

    Não se trata de negar a agressão russa à Ucrânia nem o caráter bárbaro dos massacres perpetrados pelas tropas invasoras e de que são vítimas os civis ucranianos sujeitos a bombardeamentos incessantes. Todavia é de notar a mudança de tom quando se compara com as vítimas de Gaza face á eficiente maquina de guerra de Israel.

    O afã de muitas personalidades da Comissão Europeia em controlar a informação e massacrar-nos quotidianamente com a verdade oficial servida de forma insidiosa através de pseudo-debates e mesas redondas faz-me pensar que a invasão russa ainda que totalmente injustificada e injustificável foi de alguma forma "provocada".

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  12. Carlos disse:"Não se trata de negar a agressão russa à Ucrânia nem o caráter bárbaro dos massacres perpetrados pelas tropas invasoras e de que são vítimas os civis ucranianos sujeitos a bombardeamentos incessantes."

    Como caracteriza os "bombardeamentos incessantes"dos"civis ucranianos" do Donbass, durante 14 anos, de 2014 a 2022, bombardeaments perpretados pelas milicias nazis de Kiev?

    E como justificar o "caráter bárbaro"do incêndio provocado pelos mesmos , na Casa dos Sindicatos de Odessa, no qual morreram 65 ucranianos "russofonos"?

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