quarta-feira, julho 12, 2023

Ucrânia

Blinken à NBC: "Ultimately, Ukrainians have to decide when to put an end to this, because this is their country. This is their land. This is their future. These are their decisions."

14 comentários:

  1. Seria muito bonito se assim fosse.
    Na prática, os EUA não deixaram e não deixarão que a Ucrânia ponha termo a isto.

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  2. J Carvalho15:43

    É para levar a sério?

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  3. manuel campos18:30


    "Ultimately" não me parece uma escolha não pensada, é um pouco mais à frente de "eventually" (que não tem nada de "eventualmente" como se lê por aí).

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  4. Nuno Figueiredo19:08

    are they?

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  5. Às vezes dou Graças a Deus por termos um Binden, um Blinken, uma Ursula Von der Leyen e um Jens Stoltenbergeus. Mantêm-se constantes e são fiáveis.

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  6. J Carvalho22:22

    Se é para rezar, não percebo porque se esquece do Biden e, já agora, o Borrell, guardião dos jardins celestiais.

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  7. Não me esqueci de Biden ( escrevi-o apenas mal). O Borrell não o incluí porque acho que não terá a influência dos outros.

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  8. Renato09:56

    Sempre achei "muita graça" aos filo putinistas (não confundir com os filo-russos porque um dos sujeitos é um execrável ditador fascista ou na melhor das hipóteses pseudo democrático, e o outro sujeito é um Povo que será como o português, italiano ou de outra nação com muitas boas pessoas e com muitas más pessoas com todas as graduações entre esses dois extremos). E não pelas ações cometidas nestes últimos 500 e passa dias... Os EUA claro aproveitam (talvez e às vezes não tenho a certeza que assim seja), porque os seus interesses coincidem. A ditadura chinesa talvez tivesse tido interesse em intervir mais brutalmente com o seu aliado russo mas as ditaduras tem sempre razões que a razão desconhece, passe a brutalização de um verso do nosso poeta...
    A Ucrânia talvez não existisse realmente mas o Putin conseguiu meter essa área geográfica no mapa. Direi que a "hubris" mais uma vez demonstra qual más consequências possa ter nos destinos do protagonista principal e infelizmente de todos nós... My 2 p's ou para os puristas os meus dois centavos.

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  9. Anónimo11:11

    O Borrell é o máximo.
    Nunca esquecerei aquele discurso em que disse que a Europa era um jardim cercado por selva em que os habitantes desta queriam entrar para o jardim mas que tínhamos de o defender etc etc (cito de cor). Poucos comentadores falaram deste discurso. Se calhar há muita gente de acordo.
    Zeca

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  10. O "unknown" das 20.35, consegue misturar Deus com uma neta de nazi!

    E um presidente senil, vice presidente dum algoz que em vez de por fim aos excessos e à criminalidade do governo Bush, poucas semanas depois de assumir o cargo, aprovou o envio de 17.000 soldados adicionais para o Afeganistão, onde 36.000 soldados dos EUA e 32.000 soldados da NATO já tinham sido enviados.

    No final do ano, o tandem Obama-Biden havia aumentado o número de soldados no Afeganistão em mais 30.000, dobrando o número de baixas americanas.
    Ele também expandiu massivamente o programa de drones, aumentando o número de ataques de algumas dezenas um ano antes de assumir o cargo para 117 no seu segundo ano no cargo.

    Quando deixou o cargo, o mesmo tandem mortal, Obama-Biden presidiu o assassinato de pelo menos 3.000 suspeitos e centenas de civis.

    Autorizou os chamados 'ataques especiais', que permitem à CIA lançar ataques de drones contra grupos militantes suspeitos sem obter identificação positiva. Ampliou o alcance da guerra de drones estabelecendo bases de drones na Arábia Saudita, Turquia e outros países para expandir os ataques à Síria e ao Iêmen.

    A administração Obama também indiciou oito denunciantes sob a Lei de Espionagem, mais do que todas as administrações anteriores juntas. A administração Biden, como as administrações Trump e Obama, continua a lançar ataques de drones generalizados em todo o mundo.

    Estes dois criminosos, arrasaram comletamente um pais, a Libia, para lhe roubar o seu petroleo. Milhares de mortos.

    E é por esta gente que o "unknow" corajoso reza! Mas nao reza pelas centenas de milhares de mortos dos seus mandatos.

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  11. Anónimo19:05

    Joaquim Freitas tem razão. O traste do Obama, apesar disso tudo, ainda veio a receber o Prémio Nobel da Paz, “pelos seus extraordinários esforços com vista a reforçar a diplomacia internacional e cooperação entre os povos”. O mesmo que fomentou actividades de destabilização na Ucrânia, quando para lá enviou a sua Sub-Secretária de Estado, outra traste acabada, a Victoria Nuland, mais o então chefe da CIA, David Petraeus, um figurão e provocar a Rússia. E depois, mais tarde, deu no que sabemos.
    Quanto às outras figuras de estilo, Ursula, Stoltenberg (tendo por companhia o “cómico” Borrel) não são mais do que patéticas peças de xadrez de Washington, na Europa. Blinken sabe isso muito bem.
    Ainda assim, gostei de ver a chamada de atenção do Ministro da Defesa inglês ao comediante Zelensky, sobre a “falta de gratidão”. O líder ucraniano arrisca-se um dia a acabar mal. Ou porque os EUA o dispensarão, ou porque as FA ucranianas se cansarão dele, ou por outra razão qualquer.
    A Ucrânia é hoje uma pocilga política, onde muitos se vão atolando. E insistem, o que é curioso!
    P.Rufino

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  12. manuel campos20:25


    Uma nota.
    Como dizia a própria CNN em 2017, Obama recebeu o prêmio Nobel da Paz em 2009 quase que como "presente de boas-vindas".
    De facto ele tomou posse em 20 de Janeiro de 2009 e foi anunciado que receberia o Prémio Nobel em 9 de outubro de 2009.

    Nunca percebi (ou percebi...) porque o aceitou naquela altura, acabadinho de chegar e sem ter acontecido ainda nada que o justificasse, tendo em conta os antecedentes em matéria de Prémios Nobel da Paz de Presidentes do EUA.

    Theodore Roosevelt foi Presidente de 14 de Setembro de 1901 até 4 de Março de 1909 e ganhou o Nobel da Paz em 1906 por ter acabado com a guerra entre o império japonês e o império russo (1904-1905), motivada pelas rivalidades sobre a Manchúria e o Império Coreano.
    Theodore Roosevelt foi mesmo o primeiro cidadão dos EUA a receber um Prémio Nobel.
    No entanto disse logo que só receberia o Prémio se até ao fim do mandato o continuasse a merecer e, de facto, só o recebeu em 1910, quando já não era Presidente dos EUA.
    Outros tempos.

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  13. Obama recebeu o prémio Nobel da Paz devido à cor da sua pele.

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