segunda-feira, julho 24, 2023

Expresso

O que o "Expresso" fez no caso da médica do Algarve é de extrema gravidade, sob o ponto de vista deontológico. Mas é também autoflagelatório sobre o património de memória daquele que um dia foi um órgão de comunicação social com papel central na democracia portuguesa.

"A Arte da Guerra"

Esta semana, em "A Arte da Guerra", António Freitas de Sousa e eu havíamos de falar de quê?  Ver aqui .