segunda-feira, julho 24, 2023

Expresso

O que o "Expresso" fez no caso da médica do Algarve é de extrema gravidade, sob o ponto de vista deontológico. Mas é também autoflagelatório sobre o património de memória daquele que um dia foi um órgão de comunicação social com papel central na democracia portuguesa.

9 comentários:

  1. Senhor embaixador:
    Exactamente pela falta de qualquer respeito pelos preceitos deontológicos de um jornalismo ESCCLARECIDO, deixamos de comprar o jornal há tempos. Basta olhar para os títulos da versão na internet.
    Folhetos de propaganda partidária costumam aparecer, em determinadas alturas, de graça nas caixas de correios.
    E ele há tantos livros para gastar o dinheiro de forma mais civilizada e útil.

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  2. O que é que o "Expresso" fez?

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  3. J Carvalho15:18

    Primeiro o CM depois a CMTV arrastaram para o lodaçal os demais. Olho os escaparates, leio as primeiras páginas e concluo que todos seguem a mesma escola: Quanto pior melhor, dizer mal de tudo, ludibriar o leitor com dúbias interpretações. Por isso também deixei de assinar (Público) de comprar (Expresso). Curioso é que não sinto a falta. Passei a ter mais tempo para leituras menos deprimentes.

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  4. Francisco, fui procurar.
    O "Expresso" deu voz, tanto quanto percebi, a umas queixas, da parte de algumas pessoas (não claramente identificadas), de que a dita médica teria tido procedimentos profissionais incorretos, e também que a médica teria metido baixa por motivos psiquiátricos.
    (Não sei se é a isto que o Francisco se refere.)
    Não é para mim evidente nem que essas queixas tenham sido
    forjadas nem que a baixa por motivos psiquiátricos seja uma invenção caluniosa. Embora eu tenda a acreditar que esse é o caso, não posso excluir que não seja.
    Portanto, não é para mim evidente que o "Expresso" teha feito algo de mal.

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  5. Anónimo17:32

    Luis Lavoura:
    também gostava de perceber. Mas não me apetece ir comprar o Expresso para satisfazer a curiosidade.
    Mas fico a saber que uma pessoa de incontestada honestidade acha que o Expresso fez uma grande asneira.
    Zeca

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  6. Deixei de comprar o Expresso em 2009 quando o seu diretor Henrique Monteiro não teve coluna vertebral suficiente para desmascarar a apelidada Inventona de Belém, em que se acusava Sócrates de secretamente escutar, espiar Cavaco Silva.
    Apesar de saber que a acusação era falsa o HM recusou-se a publicar tal facto no seu jornal, transformando-o instantaneamente num pasquim sem valor ou credibilidade.
    Estava-se em vésperas de eleições legislativas e valia tudo para levar a santa ao altar, que é como quem diz a Ferreira Leite a S. Bento.

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  7. Rui Marques12:49

    Era leitor do Expresso desde 1973. Já deixei de o ser a algum tempo e embora tenha demorado já nem assinante sou porque simplesmente já não o lia, apenas alguns dos artigos de opinião.
    A SIC vai pelo mesmo caminho.
    O que terá acontecido ao Francisco Pinto Balsemão?

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  8. Nuno Figueiredo18:06

    tal & qual.

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