É como o Francisco de Sousa Rodrigues diz no que respeita à "monetização".
Se é só por aí ou não, isso não garanto, mas que decididamente também é por aí não tenho dúvidas (tenho netos que sabem "dessas coisas", já falei disso).
Um pouco de humor negro, vá. Nos idos de XIX, oferecemos o ópio aos chineses; hoje eles devolvem-nos a cortesia com o TikTok. Dom e contra-dom já vinham na Ilíada.
Escreveu muito bem. De facto, tanto o ópio como o TikTok são, basicamente, produtos viciantes (adictivos). Aliás, a produção de tais produtos é algo de muito importante na economia capitalista.
Por cá fica "Tênis de mesa".
ResponderEliminar�� �� ��
ResponderEliminarSegundo me disseram, em termos de monetização o TikTok é que está a dar, se calhar é por aí o "issue".
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ResponderEliminarÉ como o Francisco de Sousa Rodrigues diz no que respeita à "monetização".
Se é só por aí ou não, isso não garanto, mas que decididamente também é por aí não tenho dúvidas (tenho netos que sabem "dessas coisas", já falei disso).
Segundo li é para beneficiar o Sr. do Facebook. Mas se os EUA proíbem… o que fará a UE? Difícil de prever, não?
ResponderEliminarUm pouco de humor negro, vá. Nos idos de XIX, oferecemos o ópio aos chineses; hoje eles devolvem-nos a cortesia com o TikTok. Dom e contra-dom já vinham na Ilíada.
ResponderEliminarmarsupilami
ResponderEliminarEscreveu muito bem. De facto, tanto o ópio como o TikTok são, basicamente, produtos viciantes (adictivos). Aliás, a produção de tais produtos é algo de muito importante na economia capitalista.