quinta-feira, março 28, 2024

Obrigado, António


O dia em que é anunciado um novo governo é a data certa para dizer, alto e bom som, que entendo ter sido um privilégio ter como primeiro-ministro de Portugal, desde 2015, uma figura com a capacidade política, o perfil de estadista e a integridade humana de António Costa.

13 comentários:

  1. Junto-me, caso possa, ao elogio. Mais um grande estadista que o partido socialista deu ao país, juntando-se a Soares, Sampaio ou Guterres.

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  2. Completamente de acordo|

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  3. Não concordo mas percebo.

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  4. Senhor Embaixador,
    nãp podia estar mais de acordo com o seu elogio.
    Olhando para a Europa, tivemos um privilégio de ter o Senhor Doutor António Costa no Governo e na Representação do País - cultural, social e politicamente em niveis de excelência- facto que a maior parte da população não entendeu. Infelizmente.
    Sinais de deficiente formação mental, cultural e até política, certamente !
    Responsabilidade, sem dúvida, dessa imensa "minoria" do país, na educação, na cultura, nas instituições sociais, e que deviam fazer um exame de consciência e perguntar o que fizeram, nos últimos anos, no lugar do seu empenho cívico - cultura, educação, economia, etc. - para sublinhar o privilégio que tivemos.
    Um agradecimento sincero.

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  5. Anónimo23:51

    Vade retro satanas!

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  6. Anónimo06:42

    Senhor Embaixador
    Lamento mas discordo completamente da sua opinião. AC terá sido o pior de todos os primeiros ministros constitucionais. Para além das contas certas - triste legado de 8 anos de governo - deixa-nos a AR com 50 deputados da extrema direita. A História dará a esta herança o devido relevo. Cumprimentos

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  7. Inteiramente de acordo. E António Costa merecia melhor do que a canalhice que o levou a demitir-se. Espero que um bom futuro lhe sorria.

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  8. Inteiramente de acordo. Senhor Embaixador. O António Costa foi do melhor que tivemos. Apesar da canalhice, para ele foi um alívio. Que vá agora, uns dias de férias com a mulher (Fernanda), que bem merece. Como por aqui se vê, há muitos que não concordam no elogio ao seu honesto e exaustivo trabalho governamental. São, os que o queriam fora. Ele fez-lhes a vontade ao entrar, novo governo da direita. Iremos ver muita gente feliz?. Boa Páscoa para todos e,
    Grande abraço ao António Costa.

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  9. Anónimo13:40

    Subscrevo inteiramente. Um Estadista derrubado por um PGR que é uma vergonha nacional.
    Fernando Neves

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  10. O legado deixado pela governação de António Costa é francamente positivo: crescimento económico (10 vezes mais nos 8 anos dos seus governos do que nos 15 anos anteriores!) e do emprego (mais de 600.000 novos empregos e um recorde de 5 milhões de pessoas a trabalhar em Portugal), aumento de rendimentos (SMN, salários e pensões), inflação controlada, saldos orçamentais positivos e redução da dívida pública, o PRR a financiar o investimento público e privado, aumento das qualificações, diminuição da taxa de abandono escolar precoce e avanços no Estado social ( aumento em mais de 50% do orçamento do SNS, aumentos dos abonos de famílias, das prestações sociais garantes das condições mínimas de subsistência a pessoas ou a famílias em risco de pobreza, creches gratuitas, apoio às rendas, etc.), diminuição do IRS, e prestígio na UE.
    Mas claro perante estes dados factuais, surgem sempre uns ilustres políticos/ economistas/comentadores, ligados à direita, afirmar que a economia cresce, mas os portugueses estão pior. A este propósito, e por curiosidade, remeto para um artigo de Filipe Santos, Dean da Católica Lisbon School of Business & Economics (Jornal de Negócios, 27/06/2023): «Ao mesmo tempo, tornou-se comum afirmar que o crescimento da Economia não está a chegar às famílias, as quais sofrem com o aumento da inflação e dos encargos com os créditos à habitação. Desde o Presidente da República aos líderes de várias forças políticas, passando pelos comentadores económicos, todos apontam para as dificuldades crescentes dos cidadãos e pedem mais apoios do Estado. Mas, raramente, são estes comentários acompanhados de números objetivos ou análise de dados. Simplesmente assume-se que deve ser assim pois a inflação em 2022 foi de 8.1% e as prestações dos créditos à habitação tiveram um enorme aumento. Os cidadãos devem certamente estar com enormes dificuldades e quem diga o contrário é tido como insensível.
    Pois bem, o Banco de Portugal (BP) recentemente veio essencialmente dizer o contrário com dados objetivos. No seu boletim económico de Junho de 2023, através de uma análise dos rendimentos das famílias Portuguesas divididas por níveis de rendimento e com base em todos os dados disponíveis, incluindo a inflação, os aumentos salariais e de pensões, o aumento dos créditos à habitação e o impacto dos programas de apoio ao rendimento em vigor, o BP estima que o rendimento disponível das famílias aumentou de 2021 a 2023, e isto acontece em todos os níveis de rendimento, desde os 20% mais pobres aos 20% mais ricos, incluindo análise por idade e tipo de qualificação dos agregados familiares.»
    “E esta hein?”, como dizia o Fernando Pessa. Um professor da Católica e do INSEAD (insuspeito de ser socialista) a desmentir todos aqueles que dizem que AC deixou a economia melhor, mas os portugueses vivem pior.

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  11. Carlos Antunes. Bravo!. Obrigado, por este seu post (mais um) e pelo seu tempo em produzi-lo: verdadeiro, fundamentado, e sem peias. Boa Páscoa, para si e família, extensivo, a toda a "família deste Blog", com o Patrão à cabeça.

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