sexta-feira, maio 01, 2020

Patético


Tenho o maior respeito pelo Primeiro de Maio e bastante pela CGTP, mesmo agora que foi tomada por um curioso “management buyout”.

Mas achei o comício da Alameda uma iniciativa ridícula e pergunto-me se, naqueles autocarros de manif paga, havia algum distanciamento social...ista


10 comentários:

  1. Anónimo00:46

    Sr. Embaixador parece-me o seu comentário parece estar à altura de um porta voz da burguesia decadente. Não falta, como é próprio, a arrogância e o toque de superioridade. "Manif paga", diz o Sr. Embaixador !!!. Ridículo. Patético. O Sr. Embaixador ignora que a luta dos trabalhadores é financiada com o dinheiro dos trabalhadores. Os trabalhadores não recebem as inúmeras avenças, prebendas, mordomias, etc. que alguns, de barriga cheia, recebem. Eu conheço-os. E o Sr. Embaixador com esse mundo todo que tem ainda conhecerá melhor. Saber que ainda fomos colegas na CGD, ambos entrados em 1971. Saber que privou com o Sirgado Serra nessa altura tendo eu privado com ele em 63/64, nas viagens fluviais de Montijo/Lisboa. Por favor, Sr. Embaixador, contenha-se…

    João Pedro

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  2. Anónimo01:05

    Por vezes sonhamos que habitamos um país moderno, com um povo inteligente. Mas rapidamente a realidade acorda-nos.

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  3. Anónimo10:02

    O Sr. Embaixador já foi ver como vão os comboios da linha de Sintra atualmente nas horas em que os trabalhadores vão para os seus locais de trabalho ? Roubando a palavra ao Sr. 1º ministro diria que é repugnante... o que o Senhor escreveu hoje sobre o 1º de Maio e os trabalhadores.

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  4. Anónimo10:07

    Então e a deslocação de pessoas entre concelhos?!

    Passemos à frente da questão do ridículo. Isto foi uma ação de arrogância perante as autoridades e, como de costume, quando mete comunas, todos olham para o lado.

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  5. Não habitamos um país moderno.

    O que aconteceu ontem na Alameda foi um espelho da decadência ética do comunismo na sua mais vil forma de estar.

    O governo abriu uma excepção a uma agremiação de dinossauros mentais em contraponto com aquilo que determinou para a movimentação dos restantes portugueses.

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  6. Anónimo12:39

    Acho que o Governo tem o dever de explicar ao país porque autoriza a uns o que nega a outros.
    Não há, nem é possível fazer,qualquer comparação entre as comemorações do 25 de Abril e as da Intersindical.
    Ao permitir ultrapassar a Lei, o Governo veio abrir a porta a tudo o que a Intersindical entender levar a cabo, mesmo que violando a Lei, certos que estarão da sua impunidade e da cobertura do Governo
    Tanto quanto me apercebi a quase totalidade dos participantes são representantes sindicais , alguns deles desempenhando essas funções há mais tempo do que aquele em que realmente trabalharam na actividade que representam. Pareceu-me sintomático o facto de que uma jovem participante na manifestação ao ser entrevistada a primeira afirmação que fez foi a de que não era dirigente sindical.
    Carlos Gomes

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  7. António14:59

    O Governo tem meios de limitar estas coisas, e aliás exerce-os - há muitas detenções por crime de desobediência. Porque razão não agiu? Agirá contra mim, se for dar um passeio fora do concelho. Mas, lá está, houve a tal sessão solene, e quem esteve contra foi logo carimbado como viúva salazarenta. E agora serão esses os apodados de fascistas. Ironias.

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  8. dor em baixa17:30

    Vamos então acrescentar ao manual de lógica: se um indivíduo declarar não ser dirigente sindical conclui-se que os outros o são.

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  9. Anónimo22:35

    Desculpar -me -á por usar o seu blog para um esclarecimento que me parece importante. A afirmação que fiz de que a quase totalidade dos participantes eram dirigentes sindicais resultou do que foi dito por um dos dirigentes sindicais participantes, aliás o que ele referiu era de que os participantes eram " todos " dirigentes sindicais, afirmação essa que, face ao afirmado pela jovem que referi, resolvi amenizar para " quase todos "
    Carlos Gomes

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  10. Anónimo23:38

    Estranha gente que com um embaixador converge. Analfabetos tudinhos esses compagnons de route.
    Inventam acusações ao Governo, inventam regras inexistentes, enfim. O decreto-lei presidencial tinha previsto o 1º de maio e mailo 13 de maio. Não leram, ou se leram não sabem ler.

    Foi aliás o que se passou com Rui Rio ou Francisco Rodrigues dos Santos. Ambos votaram a favor da declaração do Estado de Emergência, mas não lhe conheciam o articulado. Votaram de cruz. Ou então conheciam-no e fazem uma figura bem triste. Não sei se de aldrabões se de politiqueiros. O que é pena em Rio, que tem cumprido bem.

    Diz assim o decreto do Presidente da República n.º 20-A/2020, no seu Artigo 4º:

    «e) Direito de reunião e de manifestação: podem ser impostas pelas autoridades públicas competentes, com base na posição da Autoridade de Saúde Nacional, as restrições necessárias para reduzir o risco de contágio e executar as medidas de prevenção e combate à epidemia, incluindo a limitação ou proibição de realização de reuniões ou manifestações que, pelo número de pessoas envolvidas, potenciem a transmissão do novo coronavírus;

    f) Liberdade de culto, na sua dimensão coletiva: podem ser impostas pelas autoridades públicas competentes as restrições necessárias para reduzir o risco de contágio e executar as medidas de prevenção e combate à epidemia, incluindo a limitação ou proibição de realização de celebrações de cariz religioso e de outros eventos de culto que impliquem uma aglomeração de pessoas;»

    Se não chegam lá, olhem: regressem à escola, que a hermenêutica deve ser mais cultivada quando se quer ser levado a sério.

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