segunda-feira, maio 18, 2020

“Um espetro ameaça...”

A paranóia conspirativa, sobre o fantasma do “marxismo cultural”, que anda aí a excitar algumas meninges pouco dotadas, esconde uma realidade que esses setores não são capazes de reconhecer: é que, pelas bandas deles, não há muito para apresentar como alternativa pensante.

7 comentários:

  1. Anónimo18:47

    Então não há alternativa ao marxismo?!

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  2. O marxismo, em particular o cultural, não carece de alternativa, porque não só não é pensamento dominante, como foi remetido para o caixote do lixo da História nos idos de 1989.

    Há quem ainda lhe cante loas, como o recente aniversário de Lenine mostra, assim como às respostas à pandemia de certos regimes supostamente marxistas, a China e o Vietname, mas olhando para a natureza do capitalismo que vigora nesses lugares, isso dá vontade de rir...

    Mas serve como bicho papão a quem nem é capaz de pensar, quanto mais pensar em alternativas. Penso que é esse o sentido das palavras do Sr. Embaixador...

    Aconselha-se a leitura da última crónica de José Pacheco Pereira no Público se desejarem ficar um pouco mais esclarecidos, trata-se aí sim de alguém que é genuinamente capaz de pensar. Só que pensar é uma coisa que dá trabalho. Não é filósofo quem quer, mas quem pode...

    Quem escreve estas linhas não tem pretensões a tal, bem entendido...

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  3. Anónimo14:35

    Não gostou do comentário sobre o JPP? A doença do orgulho...

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  4. Muito se diz e escreve sobre o marxismo, que é criticado por uns, quando se trata de demolir o que de bom se fez, como na China, ousando mesmo dizer que se algo de bom os chineses fizeram em 70 anos, foi graças ao …capitalismo.

    E depois, há os que esquecem que o marxismo não teve tempo de ser aplicado em parte alguma: foi atacado de todos os lados desde 1917 e não foi mais longe que 1989, através de duas guerras mundiais e uma guerra-fria imposta pelo capitalismo.

    Actualmente, vejo uma penúria de máscaras, e um excesso de Marx nas críticas…

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  5. Esse assunto foi muito bem tratado por Pacheco Pereira no Público de sábado passado. Surpreende-me que não tenha feito uma referência.
    José Figueiredo

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  6. José Figueiredo. Porque não li. Se foi bem tratado, ainda bem.

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  7. Anónimo12:17

    O Socialismo é só uma coisa:

    Poder para a classe governante! Não há nada menos democrático. Que discurso tão actual.

    Pode-se aplicar na perfeição ao que se passa hoje em dia em Portugal e em Espanha, para não falar dos casos perdidos da Venezuela e de Cuba !

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