segunda-feira, 11 de maio de 2020

O grande lóbi

A verdadeira força que o futebol tem neste país mede-se pelo modo como consegue “forçar”, em tempos sanitários bem duvidosos, o recomeço do campeonato.

Não houve um único partido a reclamar, porque todos estão infiltrados de lobistas dos vários clubes

13 comentários:

Anónimo disse...

O campeonato ainda não recomeçou mas os comentadores rascas já meteram a cabecinha de fora. Regressou a poluição...

Anónimo disse...

Bem, embora nada tenha a ver com os futebóis, nada tenho a objectar ao recomeço dos campeonatos. Por simples razão: por algum lado isto tem de recomeçar a reabrir. Se nos deixamos manietar pelos fundamentalismos sanitários que polulam por aí, depressa chagará o dia em que estaremos todos "mortos".

MRocha

Luís Lavoura disse...

Não. A verdadeira força do futebol neste país mede-se pela quantidade de dinheiro que as pessoas estão dispostas a pagar (à SportTV) para o poderem ver. E que a SportTV paga aos clubes para que estes o joguem.
O futebol vai ser jogado porque as pessoas estão dispostas a pagar para que ele o seja.

" R y k @ r d o " disse...

Bom dia:- Muitas mulheres gostam do futebol. Não por irem assistir mas por se verem "livres dos maridos" durante algumas horas, lol
.
Uma terça-feira muito feliz
Cuide-se

Luís Lavoura disse...

em tempos sanitários bem duvidosos

Os tempos só são sanitariamente duvidosos nas cabeças dos obcecados.

A epidemia de covid está em desaparecimento, levada pelos raios ultravioletas do verão que destroem os vírus. Só não vê quem não quer. De qualquer forma, essa epidemia é de uma doença genericamente benigna para a generalidade da população, e certamente que para os jogadores de futebol.

O pior problema da covid não é a covid propriamente dita, mas sim a reação de pânico da população perante ela. Essa reação provocou, provoca e provocará seríissimos distúrbios na sociedade, incluindo pessoas a morrer de fome, suicídio, e de outras doenças que nada têm a ver com a covid.

Com a criminosa colaboração dos governos.

Anónimo disse...


Por favor, Sr. Embaixador, não meta o meu clube nisto. Como sabe, não somos todos iguais. É bom não meter tudo no mesmo saco, cair no pecado de generalizações injustificadas.

João Pedro

Anónimo disse...

Ó FSC, então e um comentariozinho sobre a (possível) Festa do Avante?
Devemos dizer "assim se vê a força do PC"?

joana gaivota disse...

Sr Luis Lavoura. a benignidade da pandemia está nos 300 000 mortos até ver. todos os cataclismos são benignos para a parte da população que não é atingida. até o terramoto, que só dizimou 10 mil das 200 mil almas que habitavam Lisboa. claro que isto para ser perfeito era termos uma Itália elevada ao cubo. e aí o discurso era que o(s) governos(s) tinham sido criminosos! Abóbora... Há dois meses é que gostava de ter visto esta arenga. como dizia o velho João Pinto sobre os prognósticos...

dor em baixa disse...

Populações com medo e governos com medo a atuar nessa condição. Nem todos, nem todos. Boris Johnson começou nessa posição e alterou-a radicalmente quando e a ideologia foi confrontada com a realidade. Trump também mas agora vai dando uma no cravo, outra na ferradura. Salva-se o Bolsonaro mas esse está respaldado no Messias, que é parte do seu nome.

Luís Lavoura disse...

Joana Gaivota,

repito, a covid é benigna para a generalidade da população. Pessoas com menos de 70 anos de idade e sem qualquer doença crónica de monta nada têm a temer da covid (exceto o eventual incómodo de dois ou três dias de febre, duas ou três semanas de tosse).

Há dois meses é que gostava de ter visto esta arenga.

Há dois meses justificava-se algum medo. Há um mês, já não. O país já deveria estar aberto e a funcionar normalmente (exceção a grandes ajuntamentos de gente díspare, tipo manifestações, missas e espetáculos) há um mês pelo menos.

aamgvieira disse...

Tem toda a razão. Concordo consigo.

A.Vieira

Anónimo disse...

Luís Lavoura,

Parece que este vírus até é bonzinho...
"Chegou" para levar os mais velhos ao paraíso. E outros no meio da confusão.

AV disse...

Só os partidos? Porque não faz uma análise mais fina: até o governo, esse está mesmo filiado clubisticamente. Até a justiça?