quinta-feira, 7 de maio de 2020

O mito das máscaras

Parece instalado na sociedade portuguesa o mito de que, usando uma máscara comum, se pode deixar de manter a distanciação física em relação aos outros. Não sou especialista, mas é por demais evidente que a máscara apenas limita parcialmente o risco de emissão e escassamente o de inalação.

5 comentários:

Cidália Ferreira disse...

Concordo na integra!:)
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Esculpir um novo resumo.

Beijo e uma boa noite ! :)

" R y k @ r d o " disse...

Se todos usarem, os dois estão (mais) protegidos. Nem o Zé para o Manel, nem o Manel para o Zé.
O pior é que nem todos usam.
.
Cumprimentos
Cuide-se

Anónimo disse...

Não sei se esse mito está instalado, mas, o SARS Cov2 está.
Quando faz muito frio, ao falarmos conseguimos ver a nossa respiração...se usarmos máscara a expiração fica contida e a inspiração não é tão violenta.
Na Coreia do Sul, por exemplo, sempre que os níveis de poluição estão muito elevados, só mesmo de máscara. Parece que resulta!
Principalmente, porque nem sempre é possível manter o distanciamento físico, se todos usarmos estaremos mais protegidos.

Infetado sem máscara - não infetado com mascara = 70% probabilidade de contrair
Infetado com máscara - não infetado sem mascara = 5% probabilidade de contrair
Infetado com máscara - não infetado com mascara =0,15% probabilidade de contrair

Sem vacina, medicamento eficaz, respostas hospitalares insuficientes, é só o que temos ao nosso alcance, para tentar interromper a transmissão.

Era bom se muitos cumprissem.

Anónimo disse...

E onde as há a preços acessíveis a qualquer dos mortais?

Luís Lavoura disse...

onde as há a preços acessíveis a qualquer dos mortais?

Uma costureira na rua Bernardim Ribeiro vende uma por 3 euros, duas por 5 euros.

Uma peixeira no mercado 31 de Janeiro vende uma por 5 euros.

(Refiro-me a máscaras laváveis e reutilizáveis, claro.)