Se eu estivesse no lugar de António Costa ou de Mário Centeno, este tweet de Wolfgang Munchau, que não é um produtor de “bocas”, mas é um observador muito atento de sinais (vitais), far-me-ia perder uns minutos de sono: “Other real bullet is the German court's explicit accusation that ECJ transgressed its competences, and is therefore to be ignored. Will open floodgates. This is the German version of Brexit.”
Attaque da Alemanha à Uniāo Europeia.
ResponderEliminarRendez-vous dentro de 3 meses...
C.Falcao
O António Costa não compreende o inglês...
ResponderEliminarNo plano político a Alemanha parece muito interessada em que a UE não soçobre, até porque as suas hipóteses aumentaram com a saída do RU. Vale a pena um esforço financeiro. Já no plano jurídico o Tribunal Constitucional vai verificar tudo muito bem e se houver desconformidade (de que resultem prejuízos para os cidadãos alemães)as condições de atuação financeira, provavelmente terão que ser alteradas.
ResponderEliminarParece-me que a resposta do BCE vai ser esta: https://causa-nossa.blogspot.com/2020/05/europa-26-um-problema-em-estrasburgo.html.
ResponderEliminarA questão é, em face disso, o que irão fazer os juízes alemães? Resignar-se à ideia de que a interpretação da Lei Europeia que conta é a do TJUE, ou obrigar a Alemanha a abrir uma crise? Desde logo, se há País que beneficia com o Euro, esse País é a Alemanha...
Sim, não havendo bissetriz viável entre estes dois Tribunais -o de uma incipente dita União Europeia e outro de uma mais que estável Alemanha- a "jurisprudência" a pervalecer parece óbvia.
ResponderEliminarDir-se-ia que quem tem o poder para inventar o negócio afinal também tem o poder para o encerrar (obtida que foi a mais valia).
"E agora José?
A festa acabou .
...
você marcha, José!
José, para onde?"
C. Drummond de A. (em 1942).
Alemanha volta a atacar
ResponderEliminarFernando Neves