É fácil constatar que alguns dos maiores alarmistas na questão dos ventiladores (que não faltaram a ninguém) coincidem com os que agora criticam as regras e o ritmo de desconfinamento. E são também os que mostram um evidente mal-estar perante o saldo político revelado pelas sondagens. É tudo tão simples, afinal...
Não se orgulhe muito da perfomance deste governo, qur tem uma alta taza de letalidade.... Para um país que não chega a 10 milhões, 1200 e tal mortes, que continuam a crescer, não é porpriamente um "milagre" ou um sucesso. E se não faltaram os ventiladores, faltou uma coisa mais básica, que, estupidamente, nos foi negada logo ao princípio: máscaras! Não vale a pena mascarar a realidade
ResponderEliminarSr. Embaixador, é assim: Essa comandita, está resábiada, com a cabeça perdida e não sabe por se há-de virar. Farejam qualquer coisinha, onde pensam que tiram vantagems politicas, mas os tiros saiem-lhes sempre ao lado. Vêm que não acertam uma, calam-se que nem ratos à espera de mais outra ocasião. Não se calavam, com a falta de ventiladores que felizmente não houve falta, mas que levou o Governo a efetuar, a pronto e obviamente, sem concurso, às 2 da manhã. Vêm depois, falar dos ajustes diretos. Não há pachorra. Isto está muito mal para eles, não conseguem fazer sangue e estão lixados. O "ganda nóia", que também tenta, mas também a ele, lhes saiem ao lado e o (a) jornalista não o confronta com o contraditório, quando, com raios e coriscos, se referiu, à hipótese do Centeno ir para o BP, ao contrário do que efetivamente se passou, com deputados, da sua bancada, transitados, em linha recta, quando ele era o líder parlamentar do ppd/psd. Vêm agora, o raio das sondagens. Isto é que é uma gaita?. Só lhes resta o suicídio (político). Aguentem.
ResponderEliminarQuem não está a gostar muito das espertezas costa/marcelistas, é a Ana! Ana a candidata.
ResponderEliminarTens toda a razão. As falsidades do,anónimo das 09:22 confirmam-no. Evagora há uns velhos que se queixam de ser obrigados a ficar em casa para proteger os outros quando é exactamente o contrário. Ficam em casa para se protegerem dos outros
ResponderEliminarFernando Neves
Ilustre embaixador! Respeitando a sua opinião e também esperando que respeite a minha, devo referir que a história dos ventiladores em Portugal é absolutamente desastrosa é lamentável, senão vejamos: a maioria dos ventiladores foram adquiridos já estava o contágio a ocorrer em força no país; a maioria dos ventiladores foi adquirido com donativos de privados, quer empresas, quer associações/entidades e não com dinheiros públicos; ainda hoje na conferência de imprensa diária se referiram ventiladores que estão algures para chegar futuramente ...se isto faz algum sentido, se isto demonstra organização, prevenção, agradeço que o esclareçam, porque eu não vejo, infelizmente, nada disto!
ResponderEliminarEu cá só abriria o bico, para contestar, se no meu intimo, mais intimo, era capaz de fazer melhor. Valha-me a Senhora de Fátima.
ResponderEliminarCom o ordenado médio e mínimo que tem Portugal e ao preço que estão as máscaras, descartáveis ou não, deveria ser o Estado Social a providenciá-las, mas não, prefere injectar mais uns largos milhões no Novo Banco que continua a ser um buraco, e continua a distribuir chorudos prémios
ResponderEliminarSe morreu ou não alguém, por falta de ventilador, nunca saberemos. Mas, o estado português comprou ventiladores à China (um anónimo disse, às 2 da manhã, de Portugal presumo!) que ficaram retidos...quem os vendeu e não entregou não esteve bem. É bom que cheguem, parece que o vírus ainda anda por aí.
ResponderEliminarQuem decidiu com esta e outras encomendas, proteger os portugueses, está de parabéns.
Os mais velhos sempre perceberam o que lhes foi ordenado e por isso mesmo saíram, o mais possível. Agora com toda a gente mais ou menos desconfinada, ficam em casa, para se protegerem dos outros.
As máscaras nunca nos foram negadas. Não foram recomendadas porque nos foi pedido, ficar em casa, eu fiquei.
E sim a nossa taxa de letalidade é alta, usem máscara no interior de todos os estabelecimentos. Mesmo nos restaurantes e afins, nunca a tirem! Afinal é fácil.
Embaixador Fernando Neves, onde é que estão as falsidades? Por exemplo, já se deu conta que temos mais mortos do que o Brasil em termos proporcionais? É chato não é?
ResponderEliminarA. das 9 h e 22
Querem ver que este blog está a ficar cheio de comentadores do chega!!
ResponderEliminarSe fossem pregar para outra freguesia...
Anónimo das 09.22 e 18.57,
ResponderEliminarTem razão, os nossos mortos são muitos. O milagre foi a contenção.
Em março chegavam notícias do país vizinho, muito aflito.
Perante um número de infectados elevado, o caos ter se ia instalado nos hospitais.
No mercado interno ou externo, não havia material de proteção disponível...e a prioridade foi proteger quem trata dos doentes, parece lhe bem?
Os portugueses, muitos, ficaram em casa para proteção de todos.
Era o que tinhamos, para tentar interromper a cadeia de transmissão do vírus.
As máscaras nunca nos foram negadas, em casa onde estávamos, não usamos.
Hoje ainda sem vacina ou medicamento eficaz, com o pessoal a desconfinar e enquanto o SARS-CoV-2 aí andar, o uso correto da máscara é indispensável.
É para usar em todos os recintos fechados. Também nos restaurantes, cafés e bares...
Não é possível comer ou beber de máscara? Temos pena...
Possuímos muita informação e sabemos pensar.
O sucesso depende de nós.
É natural, anónimo de 19 de maio de 2020 às 21:20.
ResponderEliminarEstá sempre a dizer-se que se gosta de ler o pessoal das direitas, por estarem nos seus antípodas intelectuais.
Mas quando é para dizer mal, diz mal é da CGTP e do PCP - cujos textos nunca lê. Eu cá acho confuso em termos sinaléticos -
Ai o Sr. Embaixador também tem um "nom de guerre" e eu que não sabia. Fernando Neves, não é?
ResponderEliminarOnde isto chega, nossa senhora, é o desatino total.
O anónimo das 23:28 devia ser mais informado. O embaixador Fernando Neves é um reputado diplomata português, com carreira dipllomática distinta, passagem pela política e obra publicada. Mas eu percebo: não se pode saber tudo e o anonimato dá para estas insídias.
ResponderEliminarOs comentadores do Chega e aqueles que não são do Chega. que vão desde o centro-esquerda até à direita também podem botar faladura (escritura), ou não? O mundo não é composto exclusivamente por pessoas da extrema-esquerda e da esquerda democrática mais à esquerda, a roçar a extrema. É preciso saber tolerar as diferenças e os " faxistas" que já devem querem, nesta altura, maois sopas e descanso.
ResponderEliminarHá malta que criticou o confinamento e o desconfinamento. Depende o lado que esteja a DGS estarão sempre do outro lado.
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