A compulsão é imensa e creio que eterna. Perante as estantes cheias de livros, deixados pelos hóspedes nos hotéis em que me alojo, a minha vontade de surripiar um ou dois é constante. Uma vez mais, contive-me, o que também foi ajudado pelo facto de o que estava impresso em línguas de gente ser inaproveitável. Para o futuro, descobri uma solução: vou passar a trazer de casa uns monos, fazendo as trocas com a consciência mais tranquila.
