quinta-feira, dezembro 29, 2022

Diversão

Os meus amigos nunca me perdoarão o que vou dizer: estas crises políticas divertem-me mais do que me preocupam. Talvez porque tenha um sentido lúdico intravável, ou pela plena consciência de que não será a minha preocupação que pode contribuir para mudar a história pátria, olho para tudo isto com um sorriso. Amarelo, mas, ainda assim, sorriso.

6 comentários:

  1. Anónimo03:08

    Senhor embaixador registei o “sorriso amarelo”! Mas na verdade tudo isto se assemelha ao afundar do Titanic, com a orquestra ainda a tocar!!!!

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  2. Anónimo09:51

    Infelizmente tudo. Isto se deve a : Incompetência, impreparaçao, falta de ética e de seriedade, ausência de escrúpulos, falta de respeito pelos contribuintes, despezismo, arrogância!!

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  3. Com o acabar da geringonça ficou a nu a falta de vontade do António Costa para governar e fazer reformas. Com a imprensa e a TV a não lhe facilitarem a vida. Caiu-lhe a maioria absoluta na sopa e não sabe o que fazer com ela, o que é cruel para o "melhor político da sua geração". Também eu sorrio: a justiça tarda, mas não falha.

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  4. manuel campos12:02


    Como me afastei de actividades mais ou menos lúdicas, que me ligaram a amigos e conhecidos num passado nem longínquo nem recente, agora dependendo apenas da reforma que me foi em devido tempo atribuída por lei e da imagem genuína que procuro cultivar por onde passo, sem utilizar títulos académicos nem invocar o CV, não me dá nem para sorrir nem para lamentar.
    Fique quem ficar ou venha quem vier, ficarei como qualquer outro dos meus compatriotas (certamente melhor que a maioria, portanto menos razões de queixa terei).

    Só acho que andei a perder tempo e noites de sono defendendo o PS contra os "tarados" militares com quem lidei no SMO durante o PREC e contra os "tarados" militantes de extrema esquerda com quem lidei nos meus primeiros tempos de trabalho na cintura industrial de Lisboa.
    Os primeiros ameaçaram-me com tribunais militares e os segundos com saneamentos de braço no ar.
    E isto tudo para chegarmos aqui.
    Mas "É a vida!" como disse um dia um vizinho meu de infância e adolescência.

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  5. João Cabral15:26

    Sorri, enquanto tudo arde. É bem.

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