segunda-feira, dezembro 12, 2022

E o resto?

Faria muito bem à legitimidade do Parlamento Europeu se procurasse estar atento à ação de alguns deputados que ali funcionam como regulares “porta-vozes” e “influencers” em favor de certos regimes estrangeiros, mesmo que a paga, neste caso, possa não ser material mas apenas em “satisfação” pela cumplicidade política.

Briturn?

Não deixa de ter graça que, depois do Brexit, possa vir a ter tentado um Briturn.