quinta-feira, dezembro 29, 2022

Peixe fresco

Ninguém me consegue convencer de que estas demissões ao fim da noite não fazem parte de uma hábil campanha para dar cabo dos títulos da imprensa em papel, que daqui a horas acordará com o seu histórico destino de “embrulhar peixe” bem antecipado.

8 comentários:

  1. manuel campos01:28



    Pelo que leio por aí o Ministro não sabia mas o Secretário de Estado sabia.

    E a TAP que comunicou em tempos que era renúncia agora diz que não foi.

    E eu não sei mas não é difícil imaginar que não vamos ficar por aqui.



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  2. Sr. Embaixador acho este seu texto o máximo. Parabéns:)

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  3. manuel campos01:58


    Acabo de relembrar o historial recente do Sr. Secretário de Estado e admito que nem o tinha ligado à polémica assinatura que obrigou o PM a revogar a decisão nem a um contrato que a AMT fez há um mês de consultoria jurídica.

    A "crivagem" para certos lugares de que se tem andado a falar muito hoje era uma boa ideia teórica, só falta saber quem a poderia fazer de modo eficiente na prática.

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  4. Anónimo03:14

    Por favor! Já chega…os portugueses já não aguentem nem merecem…

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  5. O Anónimo está muito enganado. Os portugueses aguentam e merecem!

    Isto aqui é uma democracia. Os "portugueses" têm aquilo que escolheram. Têm aquilo que repetidamente escolheram ao longo de 50 anos. Ninguém os obrigou a votar em quem votaram. E, como continuam a votar nos mesmos, é porque "aguentam".

    Deixe-se lá de pieguices. Votaram neles! Agora, aguentem!

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  6. Concordo plenamente com este post. É demasiada coincidência três demissões sucessivas (Marta Temido, Alexandra Reis, Pedro Nuno Santos) todas feitas à meia noite. Isto é feito de propósito, e um dos propósitos será certamente lixar os jornais impressos.

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  7. manuel campos12:57


    Luis Lavoura

    Jornais que poucos compram.
    Portanto isto é mesmo dirigido ao Correio da Manhã (atenção, é ironia)

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  8. João Cabral15:28

    É apenas uma táctica manhosa e cínica, para o assunto estar mais mortiço de manhã e não haver reacções no devido tempo. É isto sentido de Estado?

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