Eu, nos anos 50 do século passado ainda usei papael de jornal depois de cumpridas as minhas necessidades. E a minha família não era proletária. Mas talvez não fosse perdulária.
Isto passou-se no tempo da “outra senhora”, quando ainda havia vendas de jornais no passeio da rua com pedras a segurar para o vento os não levar. Numa conversa com um colega de trabalho, ele falara-me de um artigo no Diário de Notícias daquela manhã. À saída, passando diante dum daqueles ardinas, perguntei-lhe se ele ainda tinha aquele jornal da manhã. Resposta sarcástica do ardina: "Eu não vendo jornais velhos!"
Eu, nos anos 50 do século passado ainda usei papael de jornal depois de cumpridas as minhas necessidades. E a minha família não era proletária. Mas talvez não fosse perdulária.
ResponderEliminarIsto passou-se no tempo da “outra senhora”, quando ainda havia vendas de jornais no passeio da rua com pedras a segurar para o vento os não levar. Numa conversa com um colega de trabalho, ele falara-me de um artigo no Diário de Notícias daquela manhã. À saída, passando diante dum daqueles ardinas, perguntei-lhe se ele ainda tinha aquele jornal da manhã. Resposta sarcástica do ardina: "Eu não vendo jornais velhos!"
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