Nos últimos dias tem-se falado por aí da Universidade Autónoma de Lisboa. Prolonguemos essa fala.
Durante quase dez meses, em 2017/2018, o Ministério dos Negócios Estrangeiros organizou um concurso para admissão de 30 novos diplomatas. Inscreveram-se inicialmente para esse concurso 1800 candidatos.
A Universidade Autónoma de Lisboa organizou um curso intensivo de preparação para esse concurso, a exemplo do que outras universidades também fizeram. Coube-me dirigi-lo, com a colaboração de um grupo selecionado de professores, que cobriam todo o espetro de matérias das diversas provas: de Português a Inglês e Francês, de Economia Política a Direito Internacional, de assuntos europeus a temas de segurança, etc.
Cerca de 20 candidatos escolheram o curso ministrado pela Autónoma. E, desse número, foram admitidos três. Isto é: 10% dos candidatos admitidos pelo MNE foram preparados por nós. Como já no anterior concurso, há dois anos, havíamos tido o gosto de ajudar aquele que viria a ser então o primeiro classificado.
É muito bom ouvir boas notícias sobre a minha Universidade. Onde ainda hoje irei dar aulas de Diplomacia e Negociação Internacional, na excelente licenciatura de Relações Internacionais.