domingo, março 25, 2018

“Expresso”


Vou, daqui a pouco, ler o “Expresso”, que ontem foi posto à venda, mas que só hoje adquiri. 

Leio o jornal desde o número 1, em 1973. Em alguns sábados da vida, andei dezenas de quilómetros para comprar o “Expresso”.

Que se passou? O que é que matou a urgência da leitura do “Expresso”? Por que será que tenho a (ainda) inconfessada sensação de que, se perdesse um número do jornal, isso não teria a menor importância? Fui eu quem mudou ou foi o jornal?

5 comentários:

  1. Também aconteceu comigo o mesmo. Ambos sabemos a resposta; mas, continuamos a comprá-lo na expectativa de ver chegar o dia da esperança se concretizar e voltar a liberdade aos jornais.
    Todavia, penso que antes é necessário recuperar aquele velho sentimento que enobrece o jornalismo – a ética.

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  2. Senhor Embaixador
    Estou em vantagem Leio o expresso desde o numero zero,Fiz-me assinante logo que apareceu o anuncio,creio que no DN.Naquela epoca Eu lia o expresso nos acores.muito antes do que muitos leitores continentais. O expresso era expedido via correios do aeroporto da portela e chegava santa Maria,acores, na tap cerca de uma hora da tarde,logo a seguir era feita a dristribuicao
    Duranre anos mantive uma colecao de expressos
    Uma vez no estrangeiro,fiz cento e tal km ,quando cheguei ao posto de venda, nao havia jornais a TAP nao os tinha transportado. Julgo que tenho uma foto desse dia porque estavam umas dezenas de portugueses a espera dos jornais,a bola etc etc e nao tinha chegado Sera facil imaginar o berburinho do pessoal...Hoje o expresso anda um pouco perdido... E pena falta garra...e o resto..
    cm[pts
    Liberal Correia

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  3. Anónimo18:33

    Posso estar enganado, mas a imprensa portuguesa nos moldes que está tem os dias acabados.
    Ou são notícias sensacionalistas, ou são copy-paste muitas vezes mal feitos de jornais de outras paragens.
    Com a assinatura cada vez mais obrigatória da via digital, vai cair em desuso.

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  4. Anónimo23:21

    Nos primeiros meses da minha estadia em Paris, aos domingos antes do almoço, no quiosque de jornais da "Etoile" comprava o Expresso. Depois descia os Campos Elísios e de vez em quando pensava: Que m se terá passado esta semana em Portugal.
    Foi de tal forma que um domingo fui ao quiosque e olhando para o Expresso pensei: Para ler isto vou ter muita paciência.
    Por isto apenas desci "Les Champs".
    E, não voltei a comprar nenhuma notícia de Portugal por alguns anos.

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  5. Não foi o meu amigo, com certeza. Ainda tenho no saco de plástico o da semana passada. Ms já li a revista por onde sempre começo.
    No Banco de Portugal o saudoso Silva Lopes, deu-me "agua pela barba" por causa de algumas falsas noticias lá publicadas.
    Agora, nem sempre o compro. E quando o compro, nem sempre o leio... É a vida!

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