Por muito tempo, quem nisso falasse era colado a despesismo, dívida pública, resgate, Sócrates e outros “diabos” recorrentes.
Um dia, chegou a S. Bento António Costa. E, afinal, o “diabo” não veio. A pergunta, feita pelos mesmos que antes se alimentavam politicamente da tragédia, anda aí agora: “Então não há investimento público?”.
“Quem lhes atasse um arado!”, como se dizia na minha terra para certas “aves”...