domingo, março 25, 2018

Manuel Reis


Cruzei-me com Manuel Reis duas ou três vezes na vida, a última das quais, creio, há mais de uma década. Mas, embora conhecendo-o pessoalmente muito mal, acho da maior justiça destacar o papel decisivo que teve na modernidade de Lisboa. Sem Manuel Reis, uma certa Lisboa acabaria por acontecer na mesma, mas não era a mesma coisa.

1 comentário:

Não está bem

Os anglo-saxónicos dispõem da expressão “unwell”, que sempre me soou mais suave, quase um eufemismo de cortesia. Por cá, cada vez mais, é as...