Portugal votou a favor da admissão da Palestina como membro pleno da ONU, numa resolução na Assembleia Geral da organização. A resolução tem um sentido político, mas não tem um efeito vinculativo, porque só o Conselho de Segurança tem essa competência.
Dentre os membros da União Europeia, abstiveram-se Áustria, Bulgária, Croatia, Finlândia, Alemanha, Itália, Letónia, Lituânia, Holanda, Roménia, Suécia. Votaram contra Rep. Checa e Hungria.
Foi você que pediu uma política externa europeia?
Croácia! Deixemos-nos de inglesismos ou cortamos o corretor.
ResponderEliminarOs outros acharam que eles é que estiveram bem...
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ResponderEliminarEu só peço aquilo que acredito tenha um mínimo de probabilidades que mo deem.
Portanto nunca me passou pela cabeça pedir uma política externa europeia.
Fernando Neves
ResponderEliminarNão existe, felizmente.
Grande semelhança com o Eixo
ResponderEliminarPosso estar enganado, mas Portugal na ONU sempre esteve e votou ao lado da posição do direito à existência de um Estado Palestiniano.
ResponderEliminarCuriosamente Salazar nunca reconheceu o Estado de Israel!
Ainda bem que não há uma política europeia. Nem quero pensar no que estaria a acontecer à Europa caso fosse a Senhora Ursula von der Leyen, assessorada pelo compatriota Scholz, a definir e aplicar o que pensam e desejam para a “política europeia”.
ResponderEliminarNão obstante, há gente que enche a boca com o "projecto europeu", com federalismo e coisas assim. Só se for em relação à defesa, por causa da Rússia.
ResponderEliminarA UE é no fim de contas uma Desunião Europeia. Foi assim não há muito tempo com a crise “SubPrime Financeira” de 2008, e antes e depois, em diversas situações. E agora. Sempre que vejo a UE “desunida” divirto-me. Não dou um carapau por esta UE. E nunca haverá uma Política Externa comum europeia – e ainda bem! A UE tem vindo a escolher para a presidir alguns líderes de pacotilha, como Barroso, JC Juncker e agora a traste da Ursula van der Leyen. Longe vão os tempos de Jacques Delors.
ResponderEliminara) P. Rufino
Política externa europeia?
ResponderEliminarAcredito em milagres, mas não nesse.
Quando penso que a Constituição Europeia, de Giscard d’Estaing, tinha sido rejeitada pelos franceses e os holandeses, (55% e 61% contra, respectivamente) e que o Tratado de Lisboa ignorou este voto, impondo-nos a Europa dos 27, vimos imediatamente como a Democracia seria interpretada pelos comparsas de Bruxelas.
ResponderEliminarQuando vejo os “va-en-guerrr” actuais, com Macron à cabeça, não posso esquecer que em 2006, a UE ganhou o Prémio Nobel da Paz por “seis décadas de promoção da paz e da reconciliação” na Europa.
A UE uma força para a paz… Ah,ha,ah .Mas então porque é que a UE gasta a quantia recorde de 240 mil milhões de euros, no que a Campanha Contra o Comércio de Armas descreve como uma aceleração sem precedentes da militarização da UE?
Descobrimos todos os dias ambições ,isso sim ,de se tornar um poderoso bloco militar, enquanto as contradições entre os seus estados membros levantam a perspectiva, mais uma vez, de futuros conflitos na Europa.
P.Rufino tem razão: “Não dou um carapau por esta UE. E nunca haverá uma Política Externa comum europeia – e ainda bem! A UE tem vindo a escolher para a presidir alguns líderes de pacotilha, como Barroso, JC Juncker e agora a traste da Ursula van der Leyen. Longe vão os tempos de Jacques Delors. »