Quem havia de dizer que Nikki Haley surgiria a dizer que vai votar Trump! Há meses, Haley personificava, para uma certa América, a dignidade do combate a Trump. A sua linha de rotura não ia ao extremo de Liz Cheney, mas a notável persistência em campanha, forçando Trump a um dispendioso prolongamento das primárias, mostrava que havia um "outro" Partido Republicano. Decente, caramba!
Havia? Já não há.
