Putin diz que apoia o plano de paz apresentado pela China, em 2023, para o conflito com a Ucrânia. O texto chinês, se bem recordo, era um monte de ambíguas obviedades, algumas incompatíveis entre si. Dito isto, é bom ver Pequim (não, não escrevo Beijing) de regresso ao tema.
A guerra não se resolverá com um plano de paz mas sim com uma vitória militar decisiva e, portanto, com uma capitulação. A qual, pelo que se tem visto, já não tardará muito.
ResponderEliminarE por que carga de água havia de escrever Beijing, senhor embaixador? Não escreveria nem London nem Moskva, por exemplo.
ResponderEliminar"Moskva". Os russos não escrevem assim.
ResponderEliminarZeca
Chama-se transliteração.
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