segunda-feira, 16 de abril de 2018

Uma boa ideia

Rui Rio disse ontem uma coisa bem sensata: é preciso saber os nomes dos grandes devedores (e dos beneficiários de perdão de dívida) da Caixa Geral de Depósitos, que os contribuintes foram chamados a refinanciar. O argumento de que isso dificultava o refinanciamento já não é válido. Quem tem medo?

4 comentários:

Anónimo disse...

O Sr. Embaixador parece que aterrou ontem vindo de uma viagem galáctica. Há rabos trilhados pelos mais diversos quadrantes. Já se dizia na minha infância que "o calado é o melhor". E um Banco publico faz sempre jeito. Paga o Zé. Infelizmente agora também paga os estouros privados, mas isso são outras histórias.
E o outro post sobre as ajudas de custo dos deputados vai no mesmo sentido.
Já temos idade suficiente para saber, que os princípios começam a afrouxar quando o dinheiro começa a fluir. Costuma dizer-se que "o dinheiro não é ferro quente". E Portugal não foge á regra. Para isso quanto mais barafunda legal melhor.

Anónimo disse...

COMO ELE, NÓS CONTRIBUINTES, FARTOS DE SUSTENTAR ESSA GENTE.

SÓ VERGONHAS! ESTA DOS DEPUTADOS DAS «ILHAS« TAMBÉM É TRISTÍSSIMA. FARTÍSSIMOS QUE ESTAMOS COM AS NUANCES QUE INVENTAM ENTRE O QUE É LEGAL MAS IMORAL, ETC. ETC.

O FILME É ANTIGO (ESTOU A LEMBRAR-ME DAS FACTURAS/AGENCIAS DE VIAGENS, UM FARTOTE NA ÉPOCA QUASE TUDO DEPUTADOS MUITO SÉRIOS DO PSD)... NINGUÉM DOI PUNIDO. AGORA O SR. CARLOS CÉSAR E OUTROS, AO MENOS, PODIAM NÃO OSTENTAR AQUELE SORRISO PARVÓIDE...


dor em baixa disse...

Os clientes importantes que pediram muito dinheiro emprestado e depois não pagaram foi agora. E não terá sido muitas outras vezes assim? Só que nessas alturas não havia crise a deixar secas as fontes.

Luís Lavoura disse...

Discordo totalmente. O segredo bancário é fundamental para que os bancos tenham viabilidade no seu negócio. Que novo cliente irá pedir um empréstimo à CGD, se souber que um dia no futuro as suas dificuldades financeiras poderão vir a ser reveladas em público? E, sem clientes a pedir-lhe empréstimos, a CGD fale.
Se o Estado anda a apoiar financeiramente a CGD e o Novo Banco, é para que eles estejam em condições de continuarem a ser bancos! Não faz qualquer sentido gastar dinheiro com eles e simultâneamente sabotar-lhes o fundamento do seu negócio.