terça-feira, março 07, 2023

Medina

Por que será que existe uma sanha persecutória contra Fernando Medina, que tenta, a todo o custo, envolvê-lo na questão TAP, mesmo em período anterior às suas funções nas Finanças?

10 comentários:

  1. Diz-se na minha aldeia
    Quem come alhos a eles cheira!

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  2. Porque em Portugal a oposição e a imprensa concentram-se em fazer demitir pessoas, e não em alterar políticas.

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  3. manuel campos09:40


    Eu escrevi aqui sobre isto na altura e o que diz o relatório da IGF é o que eu esperava, ainda que eu tivesse tido os cuidados evidentes de quem tinha pouca informação: como "trabalhadora por conta de outrém" tinha direito a cerca de 50000€, como "membro dos corpos sociais" aquilo era tudo pelo menos muito irregular, afinal é mesmo ilegal.

    Medina fez uma coisa que eu nunca fiz, de simples chefe de serviço a PCA, escolher alguém para sua "adjunta" sem analisar e considerar o seu passado, ainda por cima o mais recente, mesmo em lugares e tempos onde ninguém ia espiolhar.
    Se o fez sózinho ou acompanhado não sei, mas eu opus-me várias vezes a que me "impusessem" determinadas pessoas e, de uma das vezes, ainda fui eu o "dispensado" que bem me lixei, tive que ír fazer pela vida para outras paragens, começar de novo no verdadeiro sentido da expressão..
    É a vida dos que não a têm garantida e que, por isso mesmo, estes últimos nunca perceberão.

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  4. Ainda não está tudo esclarecido, no que se refere à sua responsabilidade. Não percebo é porque a CEO foi despedida. O que foi que ela fez? Foi pagar aquilo que o escritório de advocacia- a que teve de recorrer, devido à ausência da mulher de Medina, como directora jurídica da TAP- aconselhou? E que Pedro Nuno Santos aprovou? Não sei se terá sido muito inteligente o despedimento da senhora por "justa causa"(?!), senhora que vai agora para os tribunais lavar roupa suja. E vamos ver se Fernando Medina não vai ainda ser atingido pelos salpicos.

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  5. Em Portugal é difícil distinguir o que é verdadeiramente proibido do que costuma ser tolerado, por exemplo no limite de velocidade de 120km/h nas auto-estradas.

    Normalmente há uns transgressores que se lixam quando inopinadamente a sociedade decide que afinal uma determinada lei deve mesmo ser levada a sério.

    Dado que existem relativamente poucas pessoas envolvidas, a área das indemmizações dos administradores das empresas é uma das áreas em que existem abusos que são amplamente tolerados, provavel motivo para Medina não ter valorizado a agora escandalosa indemnização recebida por Alexandra Reis de que devia ter conhecimento informal.

    Neste caso a mudança inopinada da tolerância poderá ser devida quer às políticas de violenta austeridade na TAP em relação aos trabalhadores, quer à tradição de no segundo mandato dos Presidentes da República estes se dedicarem a promover a alternância democrática atacando o governo, no que são alegremente acolitados pela imprensa.

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  6. João Cabral14:52

    Sanha persecutória, senhor embaixador? Ah, Medina nunca sabe de nada, deve ser por isso.

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  7. Caro Luis Lavoura. Desta sim. Acertou na mouche!

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  8. Anónimo23:48

    Também estou de acordo com Luís Lavoura.
    Zeca

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  9. Anónimo05:58

    Resposta: por todas as razões e mais alguma. .Factos são factos .

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  10. manuel campos16:42


    O Luís Lavoura escreveu "Porque em Portugal a oposição e a imprensa concentram-se em fazer demitir pessoas, e não em alterar políticas."

    E eu até nem discordo disto em termos muito genéricos, a partir do momento que quando se fala em "oposição", é uma quando lá está a esquerda e é outra quando lá está a direita e, portanto, a frase funciona para os dois lados.

    Não sei qual é o ponto de vista do autor da frase, mas aposto 1 contra 100 que uma grande maioria de gente por aqui leu isto como lhe convém "hoje", a oposição naquela frase é a de "hoje", portanto a direita.

    Continuem a pensar assim que vão longe.
    Mas ao menos aceitem apostas comigo, dava-me jeito.

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