domingo, 3 de janeiro de 2021

Daqui a dias, há eleições


Na eleição presidencial a escolha é fácil. Tudo se resume à resposta a uma simples questão: dentre os candidatos que agora se apresentam, qual é aquele que, em face da experiência e das provas já dadas, apresenta um perfil que mais garantias oferece de poder vir a desempenhar, nos próximos cinco anos, com equilíbrio, moderação e capacidade de diálogo com os vários setores - políticos, institucionais, económicos e sociais - da sociedade portuguesa, o cargo de presidente da República? Eu não tenho a menor dificuldade em escolher.

5 comentários:

Corsil Mayombe disse...

Eu ignorante,me confesso!
Agradeço divulgue,a dita "escolha fácil"...!

J.Tavares de Moura disse...

Escolha fácil?

Essa do equilibrio deve ser para quem tem fraca memória, achei muito revelador que tenha omitido a parte do "desempenhar com lealdade".

Para mim de fácil não tem nada. Por isso é que vou votar em branco.

Suspeito que muitos dos que agora dizem que não tem dificuldades em escolher vão, nos proximos anos, desejar esquecer o seu voto.

Luís Lavoura disse...

Posta como o Francisco a põe, a questão é de facto fácil: deve-se votar Marcelo.
Felizmente, há muita gente que coloca a questão de outras formas.

Luís Lavoura disse...

Ainda agora o Presidente que jurou defender a Constituição promulgou um orçamento de Estado que, na opinião de muita gente, contém uma incostitucionalidade gritante, na medida em que não prevê um pagamento com o qual o Estado se comprometeu (a quantia devida ao BES).

carlos cardoso disse...

Votei pela primeira vez em 25 de Abril de 1975 e, desde então, não falhei nenhuma eleição. Não me lembro de alguma vez ter pensado que votaria de maneira diferente se pudesse voltar para trás no tempo.
Desta vez já exclui votar em Marcelo Rebelo de Sousa (pela mesma razão por que não votei nele há quatro ans), em André Ventura, em Vitorino Silva, e em João Ferreira. Ainda pondero a possibilidade de votar em Ana Gomes, Marisa Matias ou Tiago Mayan, que me parecem ser os candidatos mais "honestos", independentemente de quem os apoia. Mas parece-me mais provável fazer como há quatro anos e votar em branco...