quarta-feira, março 25, 2020

Helpline

No início de abril, por várias razões, muitas famílias podem ver-se desmunidas de recursos para o básico do seu dia-a-dia, para alimentação e outras despesas básicas.

Não seria de criar uma “helpline” que permitisse às autoridades e às IPSS darem ajuda pontual de emergência?

A certificação dessa necessidade poderia, com alguma facilidade, ser feita pelas Juntas de Freguesia. Uma ajuda em “cash” ou em espécie poderia ser dada a essas pessoas.

11 comentários:

  1. Anónimo16:08

    E não seria melhor ideia as autarquias locais e a sociedade civil tratarem disso localmente, em lugar de se procurar centralizar mais e mais as soluções ?

    MRocha

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  2. Anónimo16:12

    Ora aí está uma bela ideia! Sei que há Juntas de Freguesia melhores e mais dinâmicas que outras, mas tudo o que possam ajudar as famílias «freguesas» que necessitem de ajuda será uma prova de que existem na vida real

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  3. Bravo Senhor Embaixador . A sociedade ou é solidària ou desaparece no caos.

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  4. As pessoas, como o Francisco, que estão financeiramente desafogadas, podem e devem dar uma ajuda, contribuindo para manter alguns negócios à tona da água. Por exemplo, pedindo todos os dias uma refeição de um restaurante take-away, ajudam a manter esse restaurante aberto. Comprando algumas das suas necessidades alimentares em mercearias, em vez de recorrerem exclusivamente aos supermercados, contribuem para manter esses merceeiros com rendimentos.

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  5. alvaro silva18:50

    Desde que não façam como o Raimundo, sapateiro da rua da Picota, também conhecido pelo "leche de paloma" a quem a viscondessa de Montedor dera vinte mil reis para comprar um fatito para um dos filhos que andava roto e quase nu.
    Uns tempos depois quando a dita senhora interrogou o Raimundo sobre o destino da verba, pois o rapazito continuava roto e nú o nosso Raimundo muito respeitosamente descaiu-se:
    -Sabe sra viscondessa. "bubi-o prá aquecer"!
    E a sra conhecendo a sua sede crónica lá providenciou uma roupa para o miúdo pois assim o Raimundo não tinha outra tentaça.

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  6. João Cabral19:13

    Uma linha de ajuda, senhor embaixador? Venha ela.

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  7. João Cabral19:15

    Ajuda em dinheiro/numerário? Parece-me bem.

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  8. vitorino almeida23:36

    Sendo uma ideia positiva, permita-me sugerir uma ajuda do tipo daquela levada a cabo por toda a EDP, em que de forma a que não houvesse tentação de desvios, quando da ajuda a Moçambique, foram organizadas mochilas com bens essenciais(panela, lata de feijão, farinha, etc) e que foram distribuidos no local com acompanhamento da EDP e de entidades locais credíveis.Neste caso identificavam-se os bens que fazem parte da alimentação básica, e com colaboração das grandes superfícies (sim, agora é que podiam retribuir um pouco dos lucros obtidos nos últimos anos!!!), e dos funcionários públicos centrais e locais (que parece não irão ser muito afetados por esta crise-vamos lá "obriga-los" a saltar das cadeiras dos gabinetes!!!) que poderiam ajudar nessa distribuição às famílias mais carenciadas (facilmente identificadas pelo IRS declarado em 2018/2019).

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  9. Anónimo23:47

    O Sr. Luís Lavoura tem toda a razão, mas a realidade é que as mercearias estão fechadas assim como o pequeno comércio. As grandes superfícies (supermercados) tudo destruíram com a diversificação dos serviços que prestam. No entretanto são, neste momento, o mal necessário. E o mais importante são os seus trabalhadores que se mantém nos seus postos para que todos tenhamos acesso aos bens que necessitamos. O meu (que deveria ser de todos) APLAUSO.
    Quanto ao tema do post sou de opinião que, no contexto que estamos a viver e na perspectiva dos apoios sociais deveria ser emitida uma directiva para que as pensões de reforma e demais complementos para idosos fossem postos à disposição mais cedo que o habitual. As pensões pagas através da Banca estão marcadas para o dia 8 de cada mês. As que são pagas através dos CTT, quase sempre (em média) a 10, 11 ou 12. Tenhamos em conta que Abril é o mês da Páscoa, dia 12.

    Cordiais cumprimentos
    D'Albano

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  10. D'Albano

    As mercearias estão fechadas? Eu conheço montes de mercearias abertas. Em Lisboa, são literalmente aos pontapés. Muitas delas pertencem a bengalis e nepaleses, mas também as há de portugueses.

    Se quiser que eu lhe indique algumas em Lisboa, diga. Algumas que ainda estão abertas, diga-se; infelizmente, outras já fecharam porque os clientes, com o covid-19, passaram todos a preferir is para os supermercados.

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  11. Anónimo11:52

    O Banco Alimentar está cheio de problemas , a Isabel Jonet já veio à televisão pedir ajuda . Porquê não colaborar com essa organização que já existe e sabe como fazer as coisas ? Enviar para lá bens alimentares é permitir que continuem a fazer o seu tão meritório trabalho .

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