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sábado, março 28, 2020

Uma crise com barbas


Não, a crise não acabou. Quem dera que cheguemos, em breve, àquele momento em que possamos dizer: “Esta crise já tem barbas!”. Infelizmente, ainda não chegámos lá.

Estou a referir-me às “barbas da crise”, àquelas pilosidades que alguns, por comodismo, deixam crescer pelo rosto, nestes dias de confinamento caseiro. 

Uns vão descobrir que lhes dá charme, até arriscam um toque “hipster”, para armar ao novo, embora conseguir isso sem mão profissional seja complicado. 

Outros, quando perceberem que afinal a barba nasce branca, que ficam com ar de avô da Heidi, vão repensar a ideia. É que, no regresso ao trabalho, na ritual troca malandra de olhares com a dra. Sandra, a ruiva com sardas do “contencioso”, que já prometia alguma coisa, arriscam-se a que ela fique a matutar: “Afinal, o tipo é muito velho...”

Ambiguidade

Corre por aí um modelo para ninguém perder a face na questão da Gronelândia.  Os EUA obteriam a propriedade das bases no território, o qual ...