sábado, março 21, 2020

E as flores?


Estive a ler a lei e, sem surpresas, as floristas (já viram esta delicadeza? Ninguém se lembra de dizer os floristas!) não fazem parte dos serviços essenciais, neste tempo de vírus (eu já só o trato pelo apelido).

É pena, as flores são fundamentais. Para honrar as vítimas e alegrar os vivos.

Há pouco, aqui em casa (“where else?”), entrei numa sala e deu-me vontade de a ver cheia de flores. Mas a vida é o que é. Pronto, lá avançam os jarros do jardim!

E, já que estou “com a mão na massa”, ouçam uma conhecida canção de outros “tempos de chumbo” (que nada indica não reapareçam algures) o “Pra não dizer que não falei das flores”. Aqui

6 comentários:

  1. Anónimo20:40

    E jarros nas jarras-grande simbolo de PRIMAVERA. E de PÁSCOA com lírios roxos á mistura. Só não quero associar a Pasolini e Saló. Por aqui me fico.

    Bom fim de semana

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  2. Francisco de Sousa Rodrigues12:31

    Belas as flores.
    E belíssimo hino dos malogrados tempos de chumbo.

    Um bom domingo.

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  3. Sempre o esquerdismo.....

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  4. Anónimo10:50

    Acho que se diz “ floristas “ não por delicadeza , mas porque é “ uma flor “ e não “ um flor “ ...

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  5. Anónimo19:32

    Sr. Embaixador.

    Somos praticamente vizinhos por isso posso dizer-lhe que, ao lado da marcenaria da Calçada da Estrela (entre o fim da João de Deus e a rua da Belavista à Lapa) a florista está aberta. Com as devidas precauções, passeia e pode aproveitar para comprar uns frescos e umas flores.
    Obrigado pela companhia dos seus “post”.

    Eduardo de Melo Parente

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  6. Lá irei, caro Eduardo de Melo Parente. Muito obrigado pela dica. E saude!

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