segunda-feira, fevereiro 24, 2020

E se tentassem fazer jornalismo?

Será demais pedir à comunicação social portuguesa, em especial às televisões, que, perante a expectável extensão a Portugal do vírus, adote uma postura contida e não alarmista, deixando-se de bitaites e de especialistas paroquiais e dando relevo aos conselhos oficiais?

5 comentários:

  1. Tenho a mesma opinião. A Comunicação Social (toda) vive de sensacionalismos. Até estou para ver a reacção quando aparecer um teste positivo.

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  2. Como no caso Bruno de Carvalho e academia de Alcochete, em que se vai provando a inocência em tribunal?

    Mas no qual muitos opinaram extemporaneamente, inclusive o meu caro? E que foi convergente na opinião recolhida ao assassino dos GNR fugitivo na altura...

    Eram outros tempos.

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  3. Tem toda a razão Sr. Embaixador. É o verdadeiro apelo à histeria colectiva. Parece que estão mortos para que haja um primeiro caso em Portugal. Que tristeza

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  4. Anónimo17:56

    Os telejornais, todos, não são alarmistas. São histéricos e de uma falta de profissionalismo arrepiaste. Além devierem intermináveis. Os da Rtp são os piores, pois não dão notícias mas a opinião partidária do pivot. Devia ser obrigatório os telejornais durarem só meia hora e dar no mínimo 18 notícias
    Fernando Neves

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  5. João Cabral18:19

    A comunicação social não tem de ser nem deve ser um mero ressoador de «conselhos oficiais», senhor embaixador. Daí fazer jornalismo.

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Rui Junqueira Lopes

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