sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Desabafos

‪Hoje, ao perder a paciência com o funcionamento do meu computador, dei comigo a resmungar: “Quem me dera ter aqui o Rui Pinto!” ‬

6 comentários:

Anónimo disse...

O Rui Pinto não arranja computadores. Serve se deles para extorquir dinheiro tal como já fazia na faculdade.

Anónimo disse...

O Rui Pinto é mais um caso do lamentável estado do sistema judicial...

João Cabral disse...

Ter um criminoso na sua sala? Oh senhor embaixador...

Anónimo disse...

“Criminoso” que promove a justiça e desocupar a corrupção que condena à pobreza extrema milhares de pessoas..., estes comentadores são muito engraçados!!! Também eu o queria ter na minha sala senhor embaixador e a resolver-me os problemas da informática. Bem haja senhor embaixador pela justiça nas observações/reflexões que faz e promove.

João Cabral disse...

«É o caso do penalista e professor na Faculdade de Direito da Universidade Católica do Porto, Rui Silva Leal: "Imagine que tem no seu computador determinadas informações e um hacker entra nele. Se encontrar algo que constitua crime essa prova pode ser usada num processo? E se for a polícia a fazer o mesmo, sem ordem do tribunal, isso é o quê? Eu respondo, é ilegal. Então vamos admitir ao hacker o que não admitimos à polícia? O grande argumento para mim é isto: se a polícia fizer isto sem autorização de um juiz, é prova proibida, não pode ser usada. Por que carga de água se for um Rui Pinto a fazê-lo vamos admiti-la?"
É que, prossegue este jurista e membro do Conselho Superior do Ministério Público, "uma coisa são os jornalistas, que usam e podem usar esse tipo de informação, outra coisa é a justiça. Repare: daqui a pouco estamos a defender a tortura. Porque se pela tortura podemos chegar às provas, porque não usar a tortura?"»
https://www.dn.pt/pais/vamos-admitir-a-rui-pinto-o-que-nao-admitimos-a-policia-11760876.html

Caso encerrado.

José Figueiredo disse...

Não sei se ele lhe resolvia o problema. Há muitas especialidades!
José Figueiredo