terça-feira, fevereiro 25, 2020

Pesar

Não confundo nunca as fronteiras da política com as relações pessoais. A grande perda que Pedro Passos Coelho acaba de sofrer, com a morte da sua mulher, somada ao desaparecimento, não há muito, do seu pai - pessoa por quem eu tinha estima e consideração -, configura para ele um tempo que imagino bem difícil. Deixo-lhe um abraço vila-realense de solidariedade e de pesar.

2 comentários:

Joaquim de Freitas disse...

Não o conheço bem, mas quando o destino é tão cruel num tão curto espaço de tempo, só podemos compadecer.

Anónimo disse...

Alguns tipos que ganham a vida a comentar tudo e todos de forma sempre categórica - e lembro-me especialmente de um de voz esganiçada -, cairam em cima do PPC por este ter mudado de opinião àcerca da eutanásia. Do alto dos seus pedestais de verdades absolutas nem sequer foram capazes de perceber que o estado da mulher de PPC muito provavelmente contribuiu para isso...

Hélder Macedo. 90 anos

Quem sou eu para falar do Hélder?! Não pertenço ao seu universo das letras, das academias ou das universidades. Em tese, os nossos percursos...