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terça-feira, fevereiro 25, 2020

Pesar

Não confundo nunca as fronteiras da política com as relações pessoais. A grande perda que Pedro Passos Coelho acaba de sofrer, com a morte da sua mulher, somada ao desaparecimento, não há muito, do seu pai - pessoa por quem eu tinha estima e consideração -, configura para ele um tempo que imagino bem difícil. Deixo-lhe um abraço vila-realense de solidariedade e de pesar.

Conferência de Munique

No "Olhe que não, olhe que não" desta semana, Jaime Nogueira Pinto e eu fazemos um balanço à Conferência de Segurança de Munique. ...