terça-feira, fevereiro 25, 2020

Pesar

Não confundo nunca as fronteiras da política com as relações pessoais. A grande perda que Pedro Passos Coelho acaba de sofrer, com a morte da sua mulher, somada ao desaparecimento, não há muito, do seu pai - pessoa por quem eu tinha estima e consideração -, configura para ele um tempo que imagino bem difícil. Deixo-lhe um abraço vila-realense de solidariedade e de pesar.

Nathalie e o belo tempo de Lenine

Há pouco, no Spotify do carro, surgiu-me a "Nathalie", de Gilbert Bécaud. Uma canção que sempre ligo às minhas "noites da rád...