terça-feira, fevereiro 25, 2020

Pesar

Não confundo nunca as fronteiras da política com as relações pessoais. A grande perda que Pedro Passos Coelho acaba de sofrer, com a morte da sua mulher, somada ao desaparecimento, não há muito, do seu pai - pessoa por quem eu tinha estima e consideração -, configura para ele um tempo que imagino bem difícil. Deixo-lhe um abraço vila-realense de solidariedade e de pesar.

2 comentários:

  1. Não o conheço bem, mas quando o destino é tão cruel num tão curto espaço de tempo, só podemos compadecer.

    ResponderEliminar
  2. Anónimo19:41

    Alguns tipos que ganham a vida a comentar tudo e todos de forma sempre categórica - e lembro-me especialmente de um de voz esganiçada -, cairam em cima do PPC por este ter mudado de opinião àcerca da eutanásia. Do alto dos seus pedestais de verdades absolutas nem sequer foram capazes de perceber que o estado da mulher de PPC muito provavelmente contribuiu para isso...

    ResponderEliminar

Jogar à defesa

Dizer que o ataque a um país situado a mais de dez mil quilómetros tem uma natureza "defensiva" só não roça o ridículo porque, da ...