quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Falai no mal...

Às vezes, pergunto-me se as pessoas que passam o tempo a falar do deputado de extrema-direita, cujo nome agora me escapa, apenas querem obter “visitas” à sua pala ou se, lá no fundo, não se importam de lhe fazer o jogo. É que não vislumbro uma terceira opção.

9 comentários:

Francisco Seixas da Costa disse...

Luis Lavoura. Esse nome não é aqui publicado. Ponto

Anónimo disse...

Há pessoas positivamente obcecadas pelo homem. Tal como acontece em relação ao Trump.
Há um tipo que tem um podcast que consegue ir buscar o deputado nos assuntos mais absurdos. Tudo serve de pretexto.

AV disse...

Tendo visto nesta semana com alguma perplexidade um post no blog de alguém que se apresenta como sendo de esquerda e refere a mesma personagem no título, tecendo-lhe alguns elogios às capacidades intelectuais e oratórias no texto, tenho que concluir que só pode ser essa a motivação. Pensando nisso, o teor de alguns posts já antes era estranho e as respostas a certos comentários eram por vezes provocatórias e nem sempre correctas.
Passarei ao largo desse local daqui em diante.

João Cabral disse...

Não acabou de o fazer também o senhor embaixador?

Anónimo disse...

Temos um deputado de extrema-direita no Parlamento?!

Luís Lavoura disse...

Anónimo

Muito pior que isso, de acordo com o Francisco há, não um, mas DOIS deputados de direita radical na Assembleia da República.

Agora, vamos deitar a adivinhar a qual deles se refere este post...

Unknown disse...

Senhor Embaixador
Talvez devido a ser da terceira idade não consigo entender todo o fogacho acerca do deputado da dita extrema direita.
Acerca do ou dos deputados da extrema esquerda não existe fogacho.Quando estes tal como o outro querem regimes totalitarios
Servindo-se da democracia
Uns defendem a Coreia do Norte cuba Venezuela ou tudo o que venho do senhor Putin tudo bem o outro que não chega a saber o que defende deve ser irradiado
Haja coerência ou como dizia a outra vergonha
Bom fim de semana
Liberal Correia

Joaquim de Freitas disse...

Liberal Correia : Talvez acompanhe mal a vida política portuguesa, mas parece-me que é com a esquerda e a extrema-esquerda que funciona o actual governo português. Seriam estas formações totalitárias, que lhe permitem de se exprimir aqui? Se pensa que o são, porque não emigra? Ou será nostalgia de não ver o fascismo e o nazismo governar no seu lugar? A peste fascista chega sempre ao poder graças à boa vontade duma vanguarda “inocente” que sabe o que quer.

Anónimo disse...

E poque é que em democracia não pode existir extrema direita e extrema esquerda ? Depois cabe aos eleitores escolherem ou não essas «  extremas «  ...