domingo, 16 de fevereiro de 2020

CGTP

A nova líder da CGTP, vem agora a saber-se, nunca trabalhou numa empresa. Mas foi assalariada... da própria CGTP, o que constituiu, em toda a sua vida, o seu único emprego. Confesso que tenho alguma curiosidade em saber quantas ações reivindicativas, quantas greves, promoveu contra o seu patronato.

6 comentários:

Anónimo disse...

Que surpresa! Pensava que os sindicalistas da CGTP tinham sido duros e empedernidos trabalhadores... Afinal, são profissionais do PCP!

Anónimo disse...


Os sindicalistas da CGTP não são da greve pela greve. Por outro lado, CGTP e seus trabalhadores estão do mesmo lado. Não há aqui a contradição da relação capital-trabalho. Sei que é capaz de melhor, Sr. Embaixador.

João Pedro

netus disse...

Surpresa só para distraídos. É sabido há muito.
António Cabral

Jaime Santos disse...

Devo dizer que olhando para o percurso dos quadros da CGTP e dos restantes quadros do PCP, eles pelo menos mantiveram o modo de vida modesto dos seus iguais. Não sei se isto é verdade relativamente a todos os quadros da UGT.

Ser-se funcionário de um sindicato está mais próximo da condição obreira do que ser-se deputado europeu, por exemplo...

Reaça disse...

Os velhos sindicatos estão desacreditados, já ninguem sério se mete naquilo.

António disse...

Leio isto em período de trabalho e só me resta engolir em seco. E pensar porque é que isto, no fundo, não me surpreende.