segunda-feira, 11 de abril de 2011

Vae victis

As guerras não são um desporto, nem sequer podem ser confundidas com uma disputa política democrática, em que o derrotados saem de cena com alguma naturalidade. De qualquer forma, devo dizer que não fico nunca indiferente às imagens, sempre patéticas, de um guerreiro que chega ao fim da viagem, como as que, há pouco, as televisões mostraram de Laurent Gbagbo.

2 comentários:

patricio branco disse...

igual que sadam hussein em 2003 numa toca, como um coelho, sujo, barbudo, os medicos a limparem-lhe os piolhos e com um pequeno maço, 600 ou 700, de usd (para quê?).
Há ditadores que merecem este destino, sentimos que foi feita justiça.

Anónimo disse...

"as guerras não são um desporto, nem sequer podem ser confundidas com uma disputa política democrática..."

e as guerrinhas pela democracia incitadas por paises estrangeiros com intenções de protagonismo e exploração, quase colonialistas? como a frança, por exemplo...


e que dizer, pior ainda, da professionalizacao dos exercitos ocidentais e do surgimento das companhias privadas de mercenarios que sao instrumentos das politicas externas das potencias ou mais ainda grupos de interesse dentro
das potencias.

e curioso como o fim do servico militar obrigatorio veio alterar a natureza das guerras. as guerras deixaram de ser guerras entre lutadas pelo povo para passarem a ser lutadas pelos defensores dos interesses privados...

quem falou em democracia?, quem foi?...


bem haja