domingo, maio 30, 2021

Raspa o pobre

Só quem for cego, ou não frequentar balcões de cafés ou tabacaria, é que não vê que as raspadinhas são um flagelo que explora a ilusão dos mais pobres. A mesma lógica que vai levar ao fim das chamadas de valor acrescentado, no serviço público que é a RTP, devia impedir eticamente o Estado de criar novas raspadinhas.

Provedor

Seguro faz bem em marcar estes seus primeiros tempos de mandato com a ideia de ser uma espécie de provedor dos interesses de quem foi afetad...