Só quem for cego, ou não frequentar balcões de cafés ou tabacaria, é que não vê que as raspadinhas são um flagelo que explora a ilusão dos mais pobres. A mesma lógica que vai levar ao fim das chamadas de valor acrescentado, no serviço público que é a RTP, devia impedir eticamente o Estado de criar novas raspadinhas.