30.5.21

Raspa o pobre

Só quem for cego, ou não frequentar balcões de cafés ou tabacaria, é que não vê que as raspadinhas são um flagelo que explora a ilusão dos mais pobres. A mesma lógica que vai levar ao fim das chamadas de valor acrescentado, no serviço público que é a RTP, devia impedir eticamente o Estado de criar novas raspadinhas.

A polémica do dia

Pronto! Com a decisão australiana sobre o tenista sérvio está criado um folhetim com todos os ingredientes: vedetas, política, teorias da co...