Seguidores

Se quiser ser informado sobre os novos textos publicados no blogue, coloque o seu email

domingo, maio 09, 2021

As têvês

Houve um tempo em que tínhamos menos de meia dúzia de canais televisivos, pela qual pagávamos uma coisa simbólica, a qual, custeando também uma rádio pública sem publicidade e assegurando coisas como as RTP/RDP Internacional e África, era das mais baixas da Europa. Tudo bem!

Fomos então convencidos a passar para o cabo, que já não era tão barato quanto isso. Mas os “pacotes” vinham embrulhado com a net, os telefones, numa geometria variável de opções que, como é da regra destas coisas, induz um deliberado embaraço na escolha.

Mas, com os diabos!, passámos a ter “centenas” de canais disponíveis! Que bom! Só que depois, vendo bem, além de pagarmos o cabo e o tal preço simbólico dos canais tradicionais, cada vez é preciso desembolsar mais para abrir muitas dessas tais “centenas” de canais “disponíveis”, os Netflix, a SportTV e imensas coisas assim.

E os canais televisivos tradicionais, concessionários de licença pública, que originalmente víamos pagando a “taxa”, que já têm o dobro da publicidade da televisão pública, criam, eles próprios, como agora se (não) vê com a Opto, sistemas de acesso fechados. E para ver o melhor desses canais, temos de pagar mais...

Seguidores

Quem quiser receber os post publicados neste blogue basta inserir o seu email onde, em cima, figura a palavra "seguir".