sábado, 22 de maio de 2021

E voam?


Com total sinceridade, tenho em alta consideração as capacidades intelectuais de Mariana Mortágua.

Mas o cenário, há pouco avançado pelo meu amigo Francisco Louçã, em como a veria futura ministra das Finanças, iria implicar ter Jeremy Corbin a liderar a Comissão Europeia, Jean-Luc Mélenchon como presidente francês e Pablo Iglesias no topo da República de Espanha. E, claro, Varoufakis a dirigir o Eurogrupo.

Não sei se gostaria.

4 comentários:

Jaime Santos disse...

Corbyn dificilmente poderia liderar a CE, dado que é britânico. Em todo o caso, num cenário desses que desenha, a UE há muito que se teria desfeito, o que mesmo que não seja um cenário que o Prof. Louçã enjeitaria por princípio, seria algo que ele rejeitaria na prática dadas as consequências extremas que daí adviriam. E o antigo líder bloquista é um patriota.

Mas a comparação é injusta. Todas essas pessoas que cita são extremamente incompetentes, além de que quer Mélenchon quer Varoufakis me parecem ser extremamente presunçosos.

Maria Mortágua poderá ter o seu quê de arrogante do alto da sua postura de inquisidora parlamentar (à procura de marcar pontos políticos, mas isso faz parte da função), mas não é nem uma coisa nem outra...

Ironias à parte, o Prof. Louçã provavelmente sonha que um dia destes o BE cresçerá a ponto de obrigar o PS a uma coligação e que teria ainda músculo suficiente para impor o Ministro(a) das Finanças...

O Bloco vai ter que comer muita papa para que isso aconteça, como dizia creio que Manuel Pinho...

Unknown disse...

Porque é que implicaria isso tudo? Penso que os outros países da União Europeia não podem interferir com quem o primeiro-ministro português escolhe para ser ministr@ das Finanças.

disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Unknown disse...

Pois bem mais abstruso, como agora sabemos, foi termos criado condições para que dentro do maior partido português tenha sido ministro aquele Manuel Pinho de que o comentador das 19.33 faz menção !!! E isso parece que não incomoda muita gente, desse tal partido e de outros do centrão e de algumas periferias...
Querem lá ver que desfocamos "naturalmente" a realidade para encarar como normais as prestações de quem, nos mais altos cargos, se não portou nada bem, ao que agora julgamos saber...
MB