quinta-feira, fevereiro 20, 2020

Falai no mal...

Às vezes, pergunto-me se as pessoas que passam o tempo a falar do deputado de extrema-direita, cujo nome agora me escapa, apenas querem obter “visitas” à sua pala ou se, lá no fundo, não se importam de lhe fazer o jogo. É que não vislumbro uma terceira opção.

9 comentários:

  1. Luis Lavoura. Esse nome não é aqui publicado. Ponto

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  2. Anónimo18:40

    Há pessoas positivamente obcecadas pelo homem. Tal como acontece em relação ao Trump.
    Há um tipo que tem um podcast que consegue ir buscar o deputado nos assuntos mais absurdos. Tudo serve de pretexto.

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  3. Tendo visto nesta semana com alguma perplexidade um post no blog de alguém que se apresenta como sendo de esquerda e refere a mesma personagem no título, tecendo-lhe alguns elogios às capacidades intelectuais e oratórias no texto, tenho que concluir que só pode ser essa a motivação. Pensando nisso, o teor de alguns posts já antes era estranho e as respostas a certos comentários eram por vezes provocatórias e nem sempre correctas.
    Passarei ao largo desse local daqui em diante.

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  4. João Cabral19:52

    Não acabou de o fazer também o senhor embaixador?

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  5. Anónimo06:58

    Temos um deputado de extrema-direita no Parlamento?!

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  6. Anónimo

    Muito pior que isso, de acordo com o Francisco há, não um, mas DOIS deputados de direita radical na Assembleia da República.

    Agora, vamos deitar a adivinhar a qual deles se refere este post...

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  7. Senhor Embaixador
    Talvez devido a ser da terceira idade não consigo entender todo o fogacho acerca do deputado da dita extrema direita.
    Acerca do ou dos deputados da extrema esquerda não existe fogacho.Quando estes tal como o outro querem regimes totalitarios
    Servindo-se da democracia
    Uns defendem a Coreia do Norte cuba Venezuela ou tudo o que venho do senhor Putin tudo bem o outro que não chega a saber o que defende deve ser irradiado
    Haja coerência ou como dizia a outra vergonha
    Bom fim de semana
    Liberal Correia

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  8. Liberal Correia : Talvez acompanhe mal a vida política portuguesa, mas parece-me que é com a esquerda e a extrema-esquerda que funciona o actual governo português. Seriam estas formações totalitárias, que lhe permitem de se exprimir aqui? Se pensa que o são, porque não emigra? Ou será nostalgia de não ver o fascismo e o nazismo governar no seu lugar? A peste fascista chega sempre ao poder graças à boa vontade duma vanguarda “inocente” que sabe o que quer.

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  9. Anónimo11:10

    E poque é que em democracia não pode existir extrema direita e extrema esquerda ? Depois cabe aos eleitores escolherem ou não essas «  extremas «  ...

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