Há óbvias injustiças geracionais: nos tempos que eu era (quase) imbatível no "jogo das latinhas" (caricas, em lisboês), nunca ninguém pensou elevar aquilo a modalidade olímpica. Agora que "perdi a mão", já não faço questão...
Não sei se eu ganharia uma medalha, certo é que no fin dos anos cinquenta, eu desenrascava-me bem nas corridas de caricas Na areia da Portela do Mondego, ou na areia da praia da Figueira da Foz ( aonde o Alves Barbosa tinha uma loja de cycles ), ou na areia da minha rua, vivi momentos que não esqueço. Mortalidades da nossa boa vida. Desportivamente, C. Falcão
e então nos bilas...!
ResponderEliminar...E o berlinde / guelas, também.
ResponderEliminarEra a única modalidade "desportiva" em que toda a gente queria jogar comigo
caricas, em lisboês
ResponderEliminarsameiras, em portuense. (Vem da Água do Sameiro, que era vendida em garrafas tapadas com sameiras.)
Senhor embaixador
ResponderEliminarVou direito ao tema, em linha recta.
"Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo".
Até o senhor embaixador...
MB
Sameiras,arco com gancheta e carros de rolamentos.
ResponderEliminarNão sei se eu ganharia uma medalha, certo é que no fin dos anos cinquenta, eu desenrascava-me bem nas corridas de caricas Na areia da Portela do Mondego, ou na areia da praia da Figueira da Foz ( aonde o Alves Barbosa tinha uma loja de cycles ), ou na areia da minha rua, vivi momentos que não esqueço.
ResponderEliminarMortalidades da nossa boa vida.
Desportivamente,
C. Falcão