Estou a ter umas férias deliciosamente estranhas. Para além dos acasos imperativos da vida, não tenho nesta não-agenda outros compromissos que não sejam opções lúdicas por mim determinadas. Não trouxe comigo nada para fazer, trabalhos para acabar, atividades profissionais a cumprir, textos a preparar, coisas para estudar ou analisar ou dar parecer. É a primeira vez que isto me acontece, desde há vários anos. Deu algum trabalho organizar assim a vida, por um mês, mas, finalmente, consegui concretizar este objetivo, afinal bem modesto. E, até ver, ainda me não "cheira a setembro".